Ibovespa hoje
- Ibovespa futuro oscila aos 188 mil pontos, dólar comercial oscila a R$ 5,13 e juros futuros recuam.
- BC do Japão eleva juros para máxima em 31 anos e indica mudança na política monetária.
- Blue chips da China registram melhor dia em um mês antes de reunião entre Trump e Xi.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Lagarde refuta expectativas do mercado de alta nos juros após aumento nos custos da energia
Irã ataca o que chamou de “propaganda grosseira” de Washington em sua guerra contra o país
Esmaeil Baghaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, divulgou uma declaração criticando a “propaganda grosseira” de Washington em sua guerra contra o Irã e sua suposição de que “as nações não têm memória nem capacidade de pensamento crítico”. Ele disse: “de um lado, temos uma guerra econômica brutal, deliberadamente planejada para infligir o máximo de dor e sofrimento a todos os cidadãos iranianos. Do outro, temos o anúncio teatral de medidas para impedir que autoridades iranianas supostamente façam compras em um clube atacadista americano”. Na quinta-feira (17), os EUA disseram que continuariam proibindo funcionários iranianos em missões na ONU, autoridades em visita e seus dependentes de comprar artigos de luxo ou títulos de sócio de clubes atacadistas no país. O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Tommy Pigott, disse que as restrições visavam impedir que autoridades iranianas que participarão da Assembleia Geral da ONU na próxima semana usassem sua estadia em Nova York para fazer compras de luxo. Ao publicar um trecho da série de TV americana “Pluribus”, uma produção de ficção científica pós-apocalíptica de Vince Gilligan, Baghaei afirmou que Washington “trata o mundo como se fosse Pluribus: uma colmeia onde se espera que as mentes se desliguem, os olhos se fixem nos lábios de Washington e sua narrativa seja engolida por completo. A propaganda é tão grosseira e frágil que expõe a ingenuidade da mentalidade que lançou uma guerra ilegal contra o Irã e contribuiu para levar os EUA à posição vergonhosa em que se encontram hoje”, disse ele. (as informações são da Al Jazeera)
Após propor status de membro ao Canadá, UE quer fortalecer laços com Brasil
Após Ursula von der Leyen sugerir que Canadá seja membro associado do bloco, Bernd Lange, que preside o comitê de comércio do Parlamento Europeu, comentou o interesse de estreitar laços com o Brasil.
Irã reúne centenas de milhares de pessoas em ato pró-governo e promete treinamento militar
Centenas de milhares de iranianos participaram nesta sexta-feira (18) de uma manifestação organizada pelo governo em demonstração de desafio após meses de guerra, comprometendo-se a pegar em armas no maior ato desse tipo desde que Estados Unidos e Israel atacaram o país em fevereiro. O governo iraniano tem buscado mobilizar a população e enfatizar a unidade nacional, mesmo com a deterioração da economia sob um bloqueio naval americano aos portos do Irã e novas sanções dos EUA destinadas a ampliar a pressão econômica sobre Teerã. As estimativas variaram sobre o número de pessoas que se voluntariaram para receber treinamento militar limitado e defender o país, em uma iniciativa descrita como “Janfaday-e Iran”, ou “aqueles que sacrificam suas vidas pelo Irã”. Os voluntários marcharam pelo centro de Teerã em uniformes de combate, carregando bandeiras, enquanto eram aplaudidos por espectadores. (Estadão Conteúdo)
Banco projeta mais cortes da Selic em 2026; veja quanto e até onde pode ir o ciclo
“Sem uma desvalorização cambial relevante, dada a desaceleração da economia, há espaço para continuidade do ciclo de calibração dos juros”, diz o Bradesco. “Por isso, passamos a incorporar cortes adicionais em 2026, até 13,25%, mantendo a expectativa de afrouxamento até 11,0% em 2027”.
Banco entende que cenário está mais incerto para o câmbio, mas sugere fortalecimento do dólar
“O câmbio continua oscilando entre R$/US$ 5,00 e R$/US$ 5,20 nas últimas semanas. Em relação aos nossos pares, a moeda mostrou leve fortalecimento desde o começo de agosto, mas segue próxima aos níveis médios do ano”, pontua o Bradesco. “Por ora, não mudamos nosso cenário de câmbio, mas reconhecemos que o quadro está mais incerto, com juros longos pressionados nos EUA e início de um ciclo de ajuste de juros no Fed, cuja relação histórica sugere fortalecimento do dólar”.
Banco indica que inflação de 2026 de ficar acima do teto da meta; veja quanto
“A inflação está desacelerando após os choques relevantes do começo do ano e deve encerrar 2026 em 4,9%”, diz o Bradesco, acima do teto da meta, que é de 4,5%. “No começo do ano, choques pontuais em alguns alimentos e nos derivados de petróleo trouxeram pressão relevante para a inflação corrente, que após essa incorporação tem mostrado a dissipação dos choques. Em 12 meses, o IPCA voltou a ficar levemente abaixo do teto da meta de inflação, mas deve voltar a superá-lo nos próximos meses, quando os efeitos do El Niño e do recrudescimento da guerra voltarem a pressionar o índice”.
Banco revisa para baixa PIB de 2006 e de 2007; veja novos valores
“A divulgação do PIB do segundo trimestre confirmou o que os dados mensais já sugeriam: uma desaceleração mais intensa da economia, mesmo em um período em que diversos estímulos estão em vigor”, diz o Bradesco. “Os dados do início do terceiro trimestre indicam que essa tendência de moderação continua e são poucos os vetores de crescimento para o próximo ano”. Com isso, o banco revisou o PIB de 1,9% para 1,7% neste ano e de 1,3% para 1,0% em 2027.
Christine Lagarde reafirma que não deixará o BCE até 2027
Christine Lagarde, presidente do BCE, indicou que não deixará a instituição até 2027, embora tenha evitado detalhar a data exata. Ela enfatizou que os órgãos diretivos da organização necessitam de indivíduos com diversas habilidades, especialmente durante este período de renovação de cargos-chave no BCE. “Sairei em 2027”, afirmou a chamada “guardiã do euro” em entrevista à emissora pública irlandesa RTE, embora mais tarde tenha se esquivado da pergunta sobre se completaria seu mandato, que termina em outubro, com um “veremos”. “O que posso dizer por enquanto é que, quando esse momento chegar, será tratado com o máximo profissionalismo, como deve ser”, acrescentou. (Reuters)
Cemig: JPMorgan mantém recomendação de venda esperando resultados fracos
Para o banco, surpresas positivas são pouco prováveis e incertezas ofuscam otimismo.
Hungria informa que pretende eliminar gradualmente o uso de gás russo até outubro de 2027
Vorcaro teve audiência com Gilmar sobre causa que afetava créditos do Banco Master
Audiência ocorreu no STF em 2024 e tratou de processo ligado a créditos do setor sucroalcooleiro; ministro divulgou nota sobre o caso.
Índice EWZ sobe 0,53% na pré-abertura dos EUA
DIs: juros futuros abrem com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,550 | -0,005 |
| DI1F28 | 13,600 | -0,005 |
| DI1F29 | 13,815 | -0,005 |
| DI1F31 | 14,025 | -0,015 |
| DI1F32 | 14,100 | -0,020 |
| DI1F33 | 14,150 | -0,015 |
| DI1F34 | 14,130 | -0,040 |
| DI1F35 | 14,160 | -0,015 |
Zona do euro tem que manter trajetória fiscal prudente em meio alta de rendimentos globais, diz chefe do Eurogrupo
As economias da zona do euro têm que manter as trajetórias fiscais acordadas com as instituições da União Europeia para preservar a credibilidade perante os mercados de títulos, afirmou nesta sexta-feira o chefe dos ministros das Finanças da zona do euro. “As condições financeiras globais estão apertando. Isso também se reflete nos rendimentos dos títulos soberanos e, enquanto essas condições persistirem, a pressão sobre os orçamentos nacionais aumentará”, disse Kyriakos Pierrakakis em coletiva de imprensa. “Em tempos de incerteza, a credibilidade se torna um ativo econômico. É por isso que precisamos permanecer na trajetória fiscal que acordamos”, disse ele. “Isso é essencial para manter condições favoráveis de financiamento e proteger a sustentabilidade de longo prazo de nossas finanças públicas.”
DXY: índice dólar sobe 0,28%, aos 100,53 pontos
Dólar comercial abre em baixa de 0,06%, cotado a R$ 5,134 na compra e a R$ 5,135 na venda
Mini-índice com vencimento em outubro de 2026 (WINV26) abre sessão com baixa de 0,25%, aos 187.675 pontos
Ibovespa futuro abre em baixa de 0,24%, cotado aos 187.815 pontos
Dólar futuro abre em alta de 0,07%, cotado aos 5.143,00 pontos
Minidólar com vencimento em outubro (WDOV26) abre dia com alta de 0,13%, cotado a 5.147,50
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre o dia com mais 2,30%, aos 401.700,00
Preços dos combustíveis no Brasil seguem com ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 9 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços ontem. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
- Diesel A S10 (média nacional): -114%, ou -R$ 3,72 (ontem: -119%, ou -R$ 3,88)
- Gasolina A (média nacional): -38%, ou -R$ 1,15 (ontem: -37%, ou -R$ 1,12)
Warren Buffett deixará cargo de presidente do Conselho da Berkshire Hathaway
CME/FedWatch: 55% do mercado prevê nova alta dos juros nos EUA em outubro
| 28/10 | 09/12 | |
| 4,25%-4,50% | – | 42,8% |
| 4,00%-4,25% | 55,4% | 47,1% |
| 3,75%-4,00% | 44,6% | 10,2% |
Lagarde mantém porta aberta para saída antecipada da presidência do BCE
A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, deixou a porta aberta nesta sexta-feira para deixar o cargo antes do previsto, respondendo “vamos ver” quando questionada se permanecerá até o fim de seu mandato, em outubro de 2027. “Saio em 2027”, disse Lagarde à emissora nacional irlandesa RTE, em resposta a uma pergunta sobre os rumores de sua renúncia antecipada, que têm persistido durante a maior parte deste ano. Quando questionada se isso significa outubro de 2027, Lagarde respondeu: “Vamos ver.” “O que posso dizer neste momento é que, seja qual for o momento, tudo será conduzido da maneira mais profissional possível, como deve ser”, acrescentou ela. Fontes informaram à Reuters nesta semana que a França apoiaria o holandês Klaas Knot para suceder Lagarde, como parte de um acordo em que um candidato francês seria escolhido para o cargo de economista-chefe. (Reuters)
‘Não é preciso alterar o tom para ser ouvido’, diz Nunes Marques após julgamento do STF
Na sua primeira manifestação pública após a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), realizada na última terça-feira, o ministro Kassio Nunes Marques afirmou que “não é preciso alterar o tom para ser ouvido. A delicadeza e a gentileza também têm força.” A declaração do membro do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi dada durante a abertura da sessão do TSE ocorrida na manhã de quinta-feira. A fala ocorreu no contexto da despedida do ministro Antônio Carlos Ferreira, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que participava da sua última sessão na Corte Eleitoral. “A música popular brasileira, especialmente a bossa nova, nos ensina que elegância é avessa ao excesso”, anunciou Nunes Marques em referência ao colega. A fala de Nunes Marques ocorre em sua primeira manifestação pública após a sessão de julgamento para abertura de investigação contra o também ministro do STF Alexandre de Moraes. (Reuters)
Consumidores da zona do euro elevam expectativas de inflação, mostra pesquisa do BCE
Os consumidores da zona do euro aumentaram suas expectativas de inflação no mês passado, mostrou nesta sexta-feira pesquisa do Banco Central Europeu, o que provavelmente reflete um novo aumento nos preços dos combustíveis causado pelo agravamento do conflito com o Irã. A Pesquisa de Expectativas do Consumidor do BCE mostrou que a mediana das projeções é de um aumento dos preços de 3,0% nos próximos 12 meses, acima dos 2,9% registrados em julho. A expectativa de inflação para os próximos três anos subiu de 2,7% para 2,9%, e a previsão para os próximos cinco anos passou de 2,4% para 2,5%. O BCE elevou os custos dos empréstimos na semana passada pela segunda vez neste ano, e fontes informaram à Reuters que as autoridades esperam um novo aperto monetário nos próximos meses.
Seca no Norte pode elevar custo de transporte de contêineres em até 150%, diz consultoria
A seca causada pelos impactos do El Niño na região Norte do Brasil pode elevar o custo do transporte de contêineres para Manaus em até 150%, segundo estudo realizado pela A&M Infra, da Alvarez & Marsal, para a Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac). Em um cenário de restrição de dois metros no calado, a capacidade é reduzida em 35% e o custo unitário aumenta 63%, mostra o material. Num cenário ainda mais severo, com redução de 3,2 metros no calado disponível para os navios, a capacidade de transporte cai 55%. “O efeito ocorre porque, mesmo transportando menos carga devido às limitações de calado, grande parte dos custos da viagem permanece. Além disso, a estiagem provoca atrasos, omissões de escalas, armazenagem adicional e pode exigir soluções logísticas alternativas”, afirma o estudo.
Japão não hesitará em realizar intervenções cambiais mais coordenadas, diz ministra das Finanças
A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmou nesta sexta-feira que o país não hesitará em realizar novas intervenções cambiais coordenadas. O Japão manterá uma comunicação estreita com as autoridades financeiras de outros países e trabalhará para manter um mercado cambial ordenado, disse Katayama.
Reajuste no Bolsa Família: quais varejistas da B3 podem ser beneficiadas?
Venezuela está prestes a fechar acordo para transferir reserva de ouro de US$4 bilhões para Nova York, diz Financial Times
O governo venezuelano e a oposição estão prestes a chegar a um acordo para transferir as reservas de ouro do banco central, avaliadas em cerca de US$4 bilhões, do Banco da Inglaterra para o Federal Reserve Bank de Nova York, segundo o Financial Times. A Reuters não conseguiu verificar imediatamente a notícia, que citou fontes a par do assunto.
Casas Bahia realiza emissão de notas comerciais de cerca de R$368 mi
A Casas Bahia não divulgou o nome do fundo.
BC do Japão eleva juros para máxima em 31 anos e sinaliza mudança na política monetária
O Banco do Japão elevou a taxa de juros nesta sexta-feira para o nível mais alto em 31 anos, com seu presidente sinalizando que o banco central entrou em uma nova fase voltada a evitar que a inflação ultrapasse sua meta, abrindo caminho para novos aumentos. Mas a mensagem hawkish não conseguiu impulsionar o iene. Em vez disso, a moeda se desvalorizava, já que os investidores se concentraram na dissidência de duas autoridades, que argumentaram que o Banco do Japão deveria manter a paciência ao elevar os custos dos empréstimos. O presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, afirmou que, com a inflação subjacente se aproximando de 2%, o foco do banco mudou de impulsionar os preços para atingir a meta para se proteger contra um excesso de inflação. “Se os riscos de a inflação subjacente ultrapassar 2% se concretizarem, isso poderá ter um impacto negativo na economia do Japão”, disse ele em uma coletiva de imprensa.
Fundador da startup chinesa Spirit AI afirma que cérebros robóticos devem alcançar avanço significativo em 2027
É provável que os cérebros dos robôs humanoides alcancem um avanço significativo já em meados de 2027, mas sua implantação em residências pode levar pelo menos oito anos, já que o desenvolvimento de modelos enfrenta um gargalo de dados, afirmou esta semana a Spirit AI, uma importante empresa chinesa de IA incorporada. Apesar dos impressionantes avanços em hardware, que permitem que os humanoides chineses corram, dancem e deem saltos mortais para trás sob comando, as empresas chinesas de robótica estão se concentrando cada vez mais no software que determina a inteligência dos robôs e sua produtividade econômica em ambientes do mundo real. “O cérebro é, de fato, o elo mais fraco em toda a cadeia da robótica”, afirmou Gao Yang, cofundador e cientista-chefe da Spirit AI, à Reuters em seus escritórios em Pequim na quinta-feira.
China pressiona Irã para conter houthis após apelo da Arábia Saudita, diz Reuters
Riade procurou a China depois que os houthis avançaram pela costa do Mar Vermelho e nas proximidades do Estreito de Bab el-Mandeb.
Barris de petróleo recuam e minério de ferro avança
Os preços do petróleo operam em baixa, já que o aumento do fornecimento de petróleo bruto saudita ajudou a aliviar os temores de interrupções. As cotações do minério de ferro na China subiram pela terceira sessão consecutiva, impulsionados por uma produção de metal líquido maior do que a esperada, enquanto a persistente incerteza em relação à demanda, o aumento dos estoques portuários e as margens apertadas do aço mantiveram os preços a caminho de uma segunda perda semanal.
- Petróleo WTI, -1,26%, a US$ 100,63 o barril
- Petróleo Brent, -2,00%, a US$ 102,72 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,70%, a 715,50 iuanes (US$ 106,67)
Bolsas da Ásia encerram dia com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em alta, com Nikkei, do Japão, liderando os ganhos da região. O Banco do Japão elevou sua taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 1,25%, o nível mais alto desde 1995, embora tenha pressionado o iene ao adotar uma postura um pouco menos agressiva do que seus pares. O presidente dos EUA, Donald Trump, receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Washington na próxima semana para o segundo encontro entre os dois líderes neste ano, em um momento em que buscam estabilidade em uma relação tensa. O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou este mês que os países farão “alguns anúncios sobre agricultura e barreiras não tarifárias”. Os operadores estarão atentos ao andamento das negociações sobre uma redução mútua de tarifas acordada, abrangendo US$30 bilhões em mercadorias.
- Shanghai SE (China), +0,94%
- Nikkei (Japão): +1,38%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,60%
- Nifty 50 (Índia): +0,26%
- ASX 200 (Austrália): -0,01%
Bolsas da Europa recuam juntas
O índice europeu STOXX 600 registra queda nesta sexta-feira, impulsionado pelas perdas nas ações do setor de telecomunicações, mas manteve-se a caminho de ganhos semanais modestos em uma semana marcada pela retração nos preços do petróleo e pelas decisões sobre taxas de juros de vários bancos centrais. O índice de referência pan-europeu recuava 0,3%, para 640,63 pontos, após subir mais de 1% nas duas últimas sessões.
- STOXX 600: -0,48%
- DAX (Alemanha): -0,69%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,69%
- CAC 40 (França): -0,68%
- FTSE MIB (Itália): -0,94%
EUA: índices futuros avançam com ganhos de ações de tecnologia
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (18), impulsionados pelos ganhos das ações de tecnologia e pela queda dos preços do petróleo, que ajuda a melhorar o sentimento dos investidores. O movimento representa uma mudança de tom em relação ao início da semana, quando o petróleo Brent atingiu a maior cotação em quatro meses, o rendimento do Treasury de 10 anos chegou a níveis não vistos em 19 anos e as fabricantes de chips sofreram com preocupações sobre os possíveis impactos da inteligência artificial sobre a humanidade. Desde então, a alta dos juros nos Estados Unidos reforçou a percepção de credibilidade do Federal Reserve no combate à inflação, enquanto os temores sobre o fornecimento de petróleo do Oriente Médio diminuíram. Ao mesmo tempo, o desequilíbrio entre oferta e demanda de chips permanece favorável às perspectivas de lucro das empresas do setor de semicondutores.
- Dow Jones Futuro: +0,08%
- S&P 500 Futuro: +0,20%
- Nasdaq Futuro: +0,46%
Núcleo da inflação no Japão se mantém perto da meta do BC
O núcleo da inflação ao consumidor do Japão se manteve perto da meta de 2% do banco central em agosto, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, destacando as crescentes pressões sobre os preços. Os dados foram divulgados poucas horas antes de o Banco do Japão encerrar sua reunião de política monetária, anunciando aumento da taxa de juros para 1,25%, o maior nível em 31 anos. O núcleo do índice de preços ao consumidor, que exclui os preços voláteis de alimentos frescos mas inclui os custos com combustíveis, subiu 1,7% em agosto na comparação anual, segundo os dados, em comparação com expectativa de alta de 1,8%. Em julho o avanço foi de 1,8%. Um índice que elimina os efeitos tanto dos alimentos frescos quanto dos combustíveis, e que é acompanhado de perto pelo Banco do Japão como um indicador mais preciso das pressões de preços impulsionadas pela demanda, subiu 1,9% em agosto na base anual.
Abertura de mercados
Investidores digerem nesta sexta-feira nova pesquisa Datafolha sobre o cenário eleitoral, enquanto no exterior ações e títulos caíam ao final de uma semana marcada por decisões de política monetária. O levantamento do Datafolha divulgado na véspera mostrou que a vantagem numérica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno na eleição presidencial de outubro se manteve. Ainda na agenda nacional, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, palestra no Fórum CEO Brasil a partir das 18h, depois de Lula ter assinado, a menos de 20 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, decreto na quinta para reajustar em 15% os benefícios do Bolsa Família a partir de outubro. O movimento repercutiu negativamente nos mercados. No exterior, a política monetária foi o principal foco nesta semana, enquanto a guerra no Oriente Médio se aproxima da marca de sete meses com poucos sinais de que vá terminar, mantendo os preços do petróleo acima de US$100 por barril e alimentando temores de inflação. Nesta sexta, o Banco do Japão elevou a taxa de juros para o nível mais alto em 31 anos, a 1,25%, com seu presidente sinalizando que o banco central entrou em uma nova fase voltada a evitar que a inflação ultrapasse sua meta, abrindo caminho para novos aumentos. Setembro registrou o maior aumento nas taxas de juros médias entre os países do G10 desde julho de 2023, com quatro bancos centrais elevando os juros e outros sinalizando que poderão precisar fazer o mesmo em um futuro não muito distante. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com ganhos
Investidores em Wall Street recuperaram parte das perdas da véspera, após decisão do Federal Reserve elevar as taxas de juros e projetar nova alta no futuro. Os rendimentos do Tesouro subiram e pressionaram ainda mais o sentimento. Hoje, a curva de juros mostrou apontamento para baixo e os preços do petróleo voltaram a cair, ampliando as baixas da véspera. Mark Haefele, diretor de investimentos da UBS Global Wealth Management, afirmou em nota republicada pela CNBC que permanece “posicionada para novos ganhos em ações, ao mesmo tempo em que se prepara para a volatilidade de curto prazo. Se o aperto monetário continuar moderado, os spreads de crédito se mantiverem estáveis e os lucros continuarem a crescer, a alta deverá ter espaço para se expandir por diversos setores e regiões. Recomendamos uma exposição diversificada a ações, evitando concentrações excessivas em áreas particularmente sensíveis às taxas de juros ou que dependam de um único fator de retorno”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | +0,62 | 51.779,85 |
| S&P 500 | +1,14 | 7.637,72 |
| Nasdaq | +1,69 | 26.418,29 |
DIs: juros futuros fecharam ontem com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,555 | -0,025 |
| DI1F28 | 13,605 | -0,020 |
| DI1F29 | 13,820 | -0,045 |
| DI1F31 | 14,040 | -0,030 |
| DI1F32 | 14,120 | -0,040 |
| DI1F33 | 14,165 | -0,025 |
| DI1F34 | 14,170 | -0,035 |
| DI1F35 | 14,175 | -0,020 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,24%
O dólar comercial emendou a segunda queda frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,04%, aos 100,21 pontos.
- Venda: R$ 5,139
- Compra: R$ 5,139
- Mínima: R$ 5,125
- Máxima: R$ 5,177
Maiores baixas, maiores altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CMIN3 | -5,59 | 5,74 |
| CURY3 | -5,15 | 28,90 |
| POMO4 | -5,08 | 4,30 |
| MRVE3 | -4,90 | 5,43 |
| BEEF3 | -4,75 | 3,81 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| YDUQ3 | 3,07 | 10,41 |
| SANB11 | 2,52 | 30,53 |
| BRAP4 | 2,45 | 21,36 |
| AURE3 | 2,31 | 11,94 |
| GOAU4 | 2,18 | 11,70 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| BBDC4 | 41.395 | -0,33 |
| B3SA3 | 40.383 | 0,11 |
| ITUB4 | 37.977 | -0,09 |
| SBSP3 | 37.819 | -0,22 |
| PETR4 | 35.383 | -0,08 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 0,24%, aos 185.992,03 pontos
- Máxima: 186.885,23
- Mínima: 183.242,37
- Diferença para a abertura: +447,37 pontos
- Volume: R$ 29,80 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (14): -0,91%
- Terça-feira (15): +0,54%
- Quarta-feira (16): -0,51%
- Quinta-feira (17): +0,24%
- Semana: -0,65%
- Setembro: +4,83%
- 3T26: +8,12%
- 2026: +15,4%
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