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Ibovespa Futuro opera quase estável antes de decisões de juros nos EUA e no Brasil

O Copom deve reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75%, com a comunicação sobre os próximos passos sendo determinante para a curva de juros

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O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (16), com atenções voltadas para as decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, com expectativas opostas para cada um. Às 9h04 (horário de Brasília), o contrato subia 0,01%, aos 188.520 pontos.

O Federal Reserve anuncia sua decisão às 15h (horário de Brasília) com expectativa de aumento dos juros pela primeira vez desde 2023, em 0,25 ponto percentual, em uma decisão motivada pela inflação persistentemente alta e pelo aumento global dos custos de financiamento, o que intensificará o escrutínio sobre como o chair do banco central dos EUA, Kevin Warsh, descreverá a primeira mudança na política monetária durante seu mandato.

Por outro lado, no fim do dia o Banco Central deve anunciar a quinta redução seguida da Selic, em 0,25 ponto, na última decisão do Copom antes da eleição presidencial de outubro.

O Supremo Tribunal Federal (STF) também segue no radar, após ter adiado na véspera uma decisão final sobre juntar ou não as análises de um relatório da Polícia Federal que apontou supostas mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro da corte Alexandre de Moraes e de um pedido feito por Moraes que acusa o colega André Mendonça de abuso de autoridade e improbidade administrativa.

Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concede entrevista a um podcast.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,28%, S&P Futuro avançava 0,31% e Nasdaq Futuro tinha valorização de 0,56%.

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Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com baixa de 0,15%, aos R$ 5,163.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção definida nesta quarta, enquanto investidores aguardavam uma decisão do Federal Reserve sobre a taxa de juros, com crescentes expectativas de um aumento.

Os preços do petróleo caem após um relatório indicar que os estoques de energia dos EUA aumentaram na semana passada, em contraste com as preocupações sobre interrupções no fornecimento após um ataque apoiado pelo Irã ao oleoduto Leste-Oeste da Arábia Saudita.

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As cotações do minério de ferro na China fecharam ligeiramente em alta, revertendo as perdas anteriores, à medida que os investidores mudaram o foco das perspectivas de demanda na China, principal consumidora, para possíveis medidas de estímulo de Pequim e cortes na produção entre algumas mineradoras de pequeno porte.

(Com Reuters)

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Felipe Moreira
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