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O Ibovespa voltou a subir na última sessão, com avanço de 0,54%, aos 186.502 pontos. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 185.055 pontos e a máxima de 187.650 pontos.
Na minha leitura, a sessão mostrou uma reação compradora relevante após o teste da região dos 185 mil pontos. O índice chegou a perder esse patamar durante o pregão, mas recuperou o nível e terminou no campo positivo. Ainda assim, permanece em consolidação, sem romper as resistências que confirmariam a retomada de uma trajetória mais consistente de alta.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa continua acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, preservando a estrutura principal positiva. O IFR (14), em 67,91 pontos, está próximo da região de sobrecompra. O indicador ainda não invalida a possibilidade de novos ganhos, mas recomenda cautela diante da valorização acumulada e da dificuldade para superar os 190 mil pontos.
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Para avançar, o índice precisa romper a resistência em 189.487/192.890 pontos. Acima dessa faixa, poderá caminhar em direção à máxima histórica de 199.354 pontos. Na direção contrária, a perda do suporte e das médias em 185.200 pontos poderá ampliar a correção para 178.000/176.280 pontos. Abaixo desses níveis, acompanho os 164.835 pontos e, como objetivo mais longo, os 161.745 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa encerrou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, recuperando parte da força no curto prazo. A máxima da sessão coincidiu com a primeira resistência em 187.650 pontos, mas o índice não sustentou o rompimento até o fechamento.
Para confirmar a continuidade da alta, será necessário superar a faixa de 187.650/189.030 pontos e, posteriormente, os 191.340 pontos. Caso esse movimento ocorra com volume comprador, projeto como próximos alvos 192.545/195.280 pontos e, acima deles, 196.725/198.665 pontos.
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Na ponta vendedora, os suportes imediatos estão em 185.140/183.845 pontos, seguidos pelos 179.730 pontos. A perda dessa região poderá aumentar a pressão vendedora e levar o índice até 177.155/173.660 pontos. Em uma correção mais extensa, os objetivos seguintes ficam em 171.420/169.330 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (15/09) em alta de 0,67%, aos 188.510 pontos.
Em resumo, avalio que o mini-índice reagiu na última sessão, mas o cenário de curtíssimo prazo ainda exige cautela. Apesar da alta, o contrato fechou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Nesse intervalo, acompanho como primeiro suporte a região de 188.260/187.430 pontos e como resistência imediata a faixa de 188.725/189.555 pontos.
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Nos períodos mais longos, a configuração permanece favorável aos compradores. O gráfico diário mantém o contrato acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, enquanto o gráfico de 60 minutos terminou acima das médias de 9 e 21 períodos. A continuidade da recuperação, porém, dependerá da superação das resistências mais próximas.

Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (15/09) em alta de 0,14%, aos 5.171 pontos.
Na minha leitura, a leve alta da última sessão preservou a tentativa de recuperação do minidólar, que terminou acima das médias móveis no gráfico de 15 minutos. Para o próximo pregão, acompanho o suporte imediato em 5.163/5.145 e a resistência em 5.180,5/5.202,5. A superação da resistência poderá dar sequência à alta, enquanto a perda do suporte devolverá força aos vendedores.
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No gráfico diário, o doji e a negociação entre as médias móveis refletem o equilíbrio entre compradores e vendedores. O gráfico de 60 minutos também mantém o contrato entre as médias de 9 e 21 períodos, indicando que o movimento positivo ainda precisa de confirmação.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão em forte queda de 3,69%, aos 392.280 pontos.
Pelo gráfico diário, observo que o futuro de Bitcoin retomou o fluxo de baixa e passou a negociar abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração reforça o predomínio dos vendedores no curto prazo e mantém aberta a possibilidade de continuidade da correção. O IFR (14), em 54,86, permanece em região neutra, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
Para ampliar o movimento de baixa, o contrato precisa perder a região de 384.100/369.655 pontos. O rompimento dessa faixa poderá intensificar a pressão vendedora, com alvos em 351.920/325.795 pontos e, em um movimento mais longo, em 312.820/301.750 pontos.
No sentido contrário, a retomada do fluxo comprador dependerá da recuperação das médias móveis e da superação de 420.120/430.895 pontos. Acima dessa região, vejo espaço para o contrato avançar em direção a 457.495/472.840 pontos, tendo como alvo mais distante a faixa de 514.500/583.200 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (16).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.