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O Ibovespa encerrou a última sessão praticamente estável, com leve alta de 0,01%, aos 174.586 pontos, completando o sexto avanço consecutivo. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 174.208 pontos e a máxima de 176.286 pontos.
Na minha leitura, o resultado preserva a sequência positiva, mas sinaliza perda de força do movimento comprador. O índice encontrou resistência ao testar a região dos 176.300 pontos, sofreu entrada de fluxo vendedor e terminou próximo da mínima da sessão. Esse comportamento aumenta a possibilidade de uma correção após as altas recentes, embora ainda não invalide a recuperação.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, mantendo uma configuração técnica mais favorável. Para dar continuidade ao avanço, considero necessária a entrada de força compradora capaz de superar as resistências em 180.680/187.780 pontos. Acima dessa região, os próximos objetivos estarão em 192.890/199.354 pontos.
Na direção contrária, acompanho os suportes em 172.030/164.835/161.745 pontos. A perda dessa região poderá enfraquecer a recuperação e ampliar o fluxo vendedor, com possibilidade de queda até 157.000 pontos e, em um movimento mais prolongado, 153.570 pontos. O IFR (14) está em 58,12 pontos, permanecendo em região neutra.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa encerrou acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, preservando o viés positivo no curto prazo. No entanto, a reação vendedora observada durante a sessão reforça a importância das resistências imediatas.
Para retomar o avanço, acompanho o rompimento da faixa de 176.285/179.350 pontos. Caso essa região seja superada com entrada de fluxo comprador, os próximos alvos estarão em 180.940/182.870 pontos e, posteriormente, em 185.585/188.165 pontos.
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Para iniciar um movimento de correção mais intenso, o índice precisa perder a região das médias e dos suportes em 173.100/169.330/166.200 pontos. Um rompimento acompanhado de maior volume vendedor poderá levar o Ibovespa em direção a 164.835/164.090 pontos, com um objetivo mais longo em 163.570/161.745 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (26/08) em alta de 0,24%, aos 177.900 pontos.
O mini-índice manteve o fluxo comprador e encerrou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para ampliar a alta, precisará superar a primeira resistência em 178.045/179.135 pontos. Já a perda do suporte em 177.645/176.910 pontos poderá abrir espaço para uma correção.
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No gráfico de 60 minutos, o contrato permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, reforçando a configuração positiva.

Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (260/8) em leve queda de 0,06%, aos 5.151 pontos.
O minidólar encerrou a última sessão com fluxo negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. O contrato permanece dentro de um canal de baixa, embora tenha apresentado uma movimentação mais lateral nas últimas sessões. Para esta quinta-feira, considero a perda do suporte em 5.148/5.142,5 pontos determinante para o aprofundamento da queda, enquanto o rompimento da resistência em 5.161/5.173 pontos poderá favorecer uma recuperação.
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O gráfico de 60 minutos reforça essa configuração, com o minidólar abaixo das médias curtas e dependente da recuperação das resistências para reduzir a vantagem dos vendedores.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão em alta de 0,72%, aos 405.440 pontos.
No gráfico diário, observo que o BITQ26 voltou ao campo positivo e retomou o fluxo de alta. O contrato permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento considerável em relação a elas, configuração que evidencia um movimento bastante esticado.
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O IFR (14) está em 80,33 pontos, dentro da região de sobrecompra. Na minha avaliação, a combinação entre o distanciamento das médias e o IFR elevado mantém aberto o risco de uma correção no curto prazo, apesar da retomada do fluxo positivo.
Para retomar o movimento de baixa, considero necessária a perda do suporte em 395.200/381.480 pontos. O rompimento dessa faixa poderá ampliar a pressão vendedora e abrir espaço para uma correção em direção a 364.260/346.780 pontos e, em um movimento mais prolongado, a 321.040/308.250 pontos.
No campo positivo, a continuidade da alta dependerá do rompimento da resistência em 408.340/424.600 pontos. Acima dessa região, o fluxo comprador poderá ganhar força para buscar 450.515/465.940 pontos, com alvo mais longo em 506.990/574.690 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (27).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.