Vendas no varejo do Brasil avançam 0,5% em junho, acima do esperado

A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,30% na comparação mensal e de avanço de 2,35% sobre um ano antes

PMC de abril teve a queda generalizada, que só não foi maior porque a categoria de supermercados, alimentos e bebidas teve avanço (Foto: Unsplash)
PMC de abril teve a queda generalizada, que só não foi maior porque a categoria de supermercados, alimentos e bebidas teve avanço (Foto: Unsplash)

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As vendas no varejo brasileiro avançaram 0,5% em junho na comparação com o mês anterior e subiram 2,9% sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,30% na comparação mensal e de avanço de 2,35% sobre um ano antes.

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças; Material de construção e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas em junho mostrou queda de –1,0% frente ao mês imediatamente anterior, após variar -0,3% em maio de 2026. Com isso, a média móvel trimestral para o varejo ampliado caiu -0,7% no trimestre encerrado em junho de 2026, após registrar recuo de 0,4% no trimestre encerrado em maio.

Frente ao mesmo mês de 2025, o varejo ampliado cresceu 4,9% após recuo de –0,6% em maio de 2026. No ano, o indicador avança 1,9% e, nos últimos 12 meses, 0,8%.

A alta no volume de vendas do comércio varejista na passagem de maio para junho de 2026, na série com ajuste sazonal, teve equilíbrio entre taxas positivas e negativas. No campo positivo, destacaram-se Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,4%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,1%), Móveis e eletrodomésticos (0,4%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,2%).

No campo negativo, figuraram Livros, jornais, revistas e papelaria (-9,9%), Tecidos, vestuário e calçados (-2,6%), Combustíveis e lubrificantes (-1,7%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,3%). No comércio varejista ampliado, Veículos e motos, partes e peças (-1,5%), Material de construção (-3,5%) tiveram queda.

(com Reuters e Agências de notícias do IBGE)

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