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O tufão Golfinho atingiu a costa leste da China na noite deste domingo (9), após levar mais de 300 mil pessoas a se deslocarem preventivamente e os dois aeroportos de Xangai a cancelarem mais de 1.300 voos. A passagem do sistema já havia provocado fortes chuvas no norte de Taiwan no dia anterior.
A tempestade atingiu a cidade de Taizhou, na província de Zhejiang, e o norte da província vizinha de Fujian na noite de hoje, com ventos estimados em 151 quilômetros por hora no momento do impacto, e ondas gigantescas para o litoral da cidade. As chuvas elevaram o risco de inundações em Zhejiang, e autoridades alertaram para a possibilidade de deslizamentos de terra.
Segundo o jornal estatal de Xangai, The Paper, os aeroportos de Hongqiao e Pudong cancelaram cerca de 60% dos voos previstos para domingo.
Meteorologistas na China previram que algumas áreas poderão receber entre 200 e 400 mm (7,9 a 15,7 polegadas) de chuva nos próximos dias.
As faixas externas do tufão atingiram o norte de Taiwan no sábado, incluindo a capital, Taipei, e provocaram chuva. Companhias aéreas taiwanesas também cancelaram, neste domingo, voos para a China.
Na noite de sábado, as autoridades de Zhejiang evacuaram cerca de 390 mil pessoas na cidade de Taizhou. As autoridades de Xangai evacuaram mais de 30 mil pessoas de áreas consideradas de risco.
As autoridades de Zhejiang também suspenderam todas as atividades aquáticas, incluindo balsas e cruzeiros.
Nas Filipinas, o tufão Dolphin não tocou terra no norte do país, mas intensificou as chuvas de monção sazonais. As precipitações inundaram áreas da ilha de Luzon, incluindo a região metropolitana de Manila.
Mais de 12 mil pessoas foram deslocadas pelas inundações e chuvas torrenciais. Diversas cidades e vilas do norte do país fecharam as escolas na sexta-feira e ontem, informaram autoridades de resposta a desastres no domingo.
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As chuvas de monção foram precedidas por uma tempestade tropical que deixou ao menos seis mortos, segundo autoridades filipinas. Quatro vítimas eram moradores de vilarejos e morreram na semana passada em deslizamentos de terra e de rochas nas províncias de Benguet e Rizal, na ilha de Luzon.