Bradesco, Santander, Cyrela, Copasa e mais ações para acompanhar hoje

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta quinta-feira

Ativos mencionados na matéria

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Publicidade

O mercado acompanha nesta quinta-feira (6) a repercussão dos balanços do segundo trimestre de 2026 (2T26). Entre os destaques, o Bradesco (BBDC4) reportou lucro líquido recorrente de R$ 7,05 bilhões, alta de 16,2% na comparação anual e acima das estimativas do mercado. A Copel (CPLE3) também apresentou forte desempenho, com lucro líquido de R$ 1,05 bilhão, avanço de 82,6%, enquanto a Inter&Co (INBR32) registrou crescimento de 34% no lucro, para R$ 421 milhões.

Santander (SANB11) anuncia Daniel Bassan, ex-UBS, como VP de atacado e banco de investimento.

Equatorial (EQTL3) recebe aval do Cade para comprar 30% da Copasa (CSMG3).

Já a Cyrela (CYRE3) negocia venda de ativos imobiliários de R$ 2,14 bilhões ao TRXF11.

Confira mais destaques:

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco (BBDC4) divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26) com lucro líquido recorrente de R$ 7,05 bilhões no período. A alta foi de 16,2% em relação ao mesmo período do ano passado. As projeções compiladas pela LSEG apontavam lucro de R$ 6,95 bilhões.

Auren Energia (AURE3)

A Auren Energia (AURE3) reduziu o prejuízo no segundo trimestre e conseguiu capturar ganhos financeiros relevantes com modulação de seu portfólio de usinas hidrelétricas e eólicas, uma dinâmica que deve se acentuar no futuro devido à volatilidade de preços de energia no país, disseram executivos da companhia à Reuters.

A geradora de energia controlada por Votorantim e CPP Investments divulgou nesta quarta-feira um prejuízo líquido de R$379,1 milhões entre abril e junho, 32,7% inferior à perda de R$562,9 milhões registrada um ano antes.

Brava Energia (BRAV3)

A Brava Energia teve lucro líquido ⁠de R$ 871 milhões no segundo trimestre, queda de 17% ‌na comparação com o mesmo período do ano passado, em resultado marcado por recordes de receita e Ebitda ajustado, apoiados por ‌maior preço de venda do petróleo, avanço operacional e melhora no desempenho comercial, informou a petroleira brasileira nesta quarta-feira.

Continua depois da publicidade

O Ebitda ajustado somou R$ 1,774 bilhão entre abril e junho, alta de 33% na comparação anual e de 9% ante o primeiro trimestre. A receita ⁠líquida, ‌por sua vez, alcançou R$ 3,6 bilhões, avanço de 14% em ⁠relação ao mesmo período do ano passado e de 15% na base trimestral.

Engie Brasil (EGIE3)

A Engie Brasil ⁠Energia registrou um lucro líquido ‌ajustado de R$ 694 milhões no segundo trimestre, aumento ‌de 23% frente ao registrado um ano antes, com contribuições positivas dos segmentos de geração, venda de ⁠energia ‌e transmissão, segundo ⁠balanço divulgado nesta quarta-feira.

O lucro líquido da companhia, sem ajustes, somou R$ 1,96 bilhão no período, impulsionado ​pela repactuação do passivo de Uso de Bem ​Público (UBP) de duas hidrelétricas, com impacto de R$ 1,3 bilhão não recorrente sobre a última linha ‌do balanço.

Continua depois da publicidade

Totvs (TOTS3)

A Totvs registrou ‌lucro líquido ajustado de R$ 240,6 milhões ‌no segundo trimestre de 2026, o que representa uma alta ⁠de ‌17,4% em ⁠relação ao mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado nesta ​quarta-feira.

A companhia apurou lucro antes ​de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$480 milhões, ‌alta de ​41,6% na comparação anual.

Copel (CPLE3)

A Copel (CPLE3) registrou lucro líquido de R$1,05 bilhão no segundo trimestre, alta de 82,6% frente ao registrado um ano antes, impulsionado pelo desempenho positivo dos negócios de comercialização e distribuição de energia, de acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira.

Continua depois da publicidade

O lucro recorrente, que exclui o efeito da repactuação do uso do bem público (UBP) de algumas hidrelétricas, alcançou R$ 645,1 milhões, 42,6% acima do registrado há um ano. Já o resultado operacional medido pelo Ebitda recorrente somou R$1,61 bilhão, aumento de 20,8% no comparativo anual.

Smart Fit (SMFT3)

A rede de academias de ginástica Smart Fit (SMFT3) teve lucro líquido recorrente R$ 204 milhões no segundo trimestre, alta de 8% sobre o mesmo período do ano passado, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.

A companhia teve um resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$712 milhões, 24% acima do desempenho do segundo trimestre de 2025.

Continua depois da publicidade

Vivara (VIVA3)

A Vivara (VIVA3) registrou lucro líquido de R$ 156,7 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representa uma leve alta de 0,9% ante igual período do ano passado.

Por sua vez, o Ebitda apresentou avanço de 4,9% na mesma comparação, para R$ 205,4 milhões. Já o Ebitda ajustado LTM (dos últimos 12 meses) ficou em R$ 762,7 milhões, alta de 3,9%.

Méliuz (CASH3)

O Méliuz (CASH3) reportou crescimento de receita e rentabilidade operacional no segundo trimestre de 2026, mas terminou o período com prejuízo líquido contábil por conta do impacto da marcação de sua posição em bitcoin. Paralelamente à divulgação dos resultados, a companhia anunciou a ampliação de sua estratégia de tesouraria em bitcoin e aprovou um novo programa de recompra de ações.

A receita líquida consolidada somou R$ 115,7 milhões entre abril e junho, avanço de 18% em relação aos R$ 97,8 milhões registrados no mesmo período de 2025. O principal motor do crescimento continuou sendo o segmento Shopping Brasil, que gerou receita de R$ 92,6 milhões, alta anual de 32%.

Axia Energia (AXIA3)

A Axia Energia (AXIA3) registrou um lucro líquido ajustado de R$1,6 bilhão no segundo trimestre, 9,5% acima do apurado um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

A companhia elétrica, maior geradora e transmissora de energia do país, atribuiu o desempenho trimestral a resultados positivos com a comercialização de energia, melhora das participações societárias e a um menor volume de provisões.

Riachuelo (RIAA3)

A varejista de moda Riachuelo (RIAA3) reportou resultados recordes para um segundo trimestre, impulsionados pela expansão das vendas de vestuário, ganho de rentabilidade das operações e crescimento dos serviços financeiros. No período, o lucro líquido alcançou R$ 167,9 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 36,2% na comparação com o segundo trimestre de 2025, marcando o maior resultado da história da companhia para o período.

A receita líquida consolidada somou R$ 2,69 bilhões entre abril e junho, avanço de 3,3% sobre os R$ 2,60 bilhões registrados um ano antes.

Iochpe-Maxion (MYPK3)

A fabricante ⁠de rodas Iochpe-Maxion divulgou nesta quarta-feira ‌que seu lucro líquido no segundo trimestre ficou praticamente estável ‌em relação ao mesmo período de 2025, a R$87 milhões.

A companhia apurou resultado operacional medido pelo Ebitda de R$417,5 milhões de ⁠abril ‌ao final de junho, ⁠7,3% abaixo do resultado de um ano antes.

Dexco (DXCO3)

O lucro líquido consolidado da Dexco (DXCO3) – dona das marcas Deca, Portinari, Hydra, Duratex e Castelatto – recuou 61,4% na comparação entre o segundo trimestre de 2026 com o mesmo período de 2025, ficando em R$ 14,8 milhões.

Inter&Co (BDR: INBR32)

A Inter&Co (BDR: INBR32) reportou nesta quarta-feira lucro líquido de R$ 421 milhões no segundo trimestre, expansão de 34% em relação ao mesmo período do ano passado, com retorno sobre o patrimônio líquido de 16,3%, de 13,9% um ano antes.

A holding que controla o Banco Inter no Brasil e a subsidiária Inter&Co Payments também registrou receita líquida R$ 2,6 bilhões, crescimento de aproximadamente 32% na base anual.

ABC Brasil (ABCB4)

⁠O banco ⁠ABC Brasil (ABCB4) registrou ‌um crescimento de 5,4% no ‌lucro líquido recorrente do segundo trimestre em relação ao mesmo período ⁠de ‌2025, para ⁠R$ 257,3 milhões.

Copasa (CSMG3)

A Copasa (CSMG3) informou que o Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição, pela Gerais Saneamento S.A. (Equatorial), de 30% das ações de emissão da companhia alienadas pelo Estado de Minas Gerais no âmbito da Oferta Pública de Distribuição Secundária de Ações Ordinárias de Emissão da Copasa.

Cyrela (CYRE3)

A Cyrela (CYRE3) assinou um memorando de entendimentos não vinculante com o TRXF11 e sua gestora TRX para uma possível venda de um portfólio de ativos imobiliários avaliado em cerca de R$ 2,14 bilhões.