Petrobras, PRIO e PetroRecôncavo ficam entre maiores altas do Ibovespa com petróleo

A Petrobras registrava a alta mais expressiva, com a PETR3 subindo 2,07%

Felipe Moreira

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Visão geral da refinaria PCK, unidade de processamento de petróleo que abastece o mercado com gasolina, querosene de aviação, diesel e óleo combustível, vista por uma janela com pingos de chuva em Schwedt/Oder, na Alemanha, em 31 de março de 2026. REUTERS/Lisi Niesner
Visão geral da refinaria PCK, unidade de processamento de petróleo que abastece o mercado com gasolina, querosene de aviação, diesel e óleo combustível, vista por uma janela com pingos de chuva em Schwedt/Oder, na Alemanha, em 31 de março de 2026. REUTERS/Lisi Niesner

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As ações das petroleiras avançavam encerraram a sessão desta quinta-feira (23) em alta, seguindo a forte valorização do petróleo no mercado internacional. A valorização da commodity ocorre após relatos de ataques a petroleiros da Arábia Saudita.

A Petrobras registrava a alta mais expressiva, com a PETR3 subindo 1,67% (R$ 48,70), enquanto PETR4 avançou 0,87% (R$ 42,95), seguida por PRIO (PRIO3), que fechou com alta de 1,29% (R$ 60,54).

A PetroRecôncavo (RECV3) registrou uma alta mais moderada, de 0,83%, a R$ 10,89. A Brava Energia (BRAV3), por sua vez, subiu 1,03%, cotada R$ 20,58.

Os preços do petróleo sobem forte nesta quinta após relatos de ataques a navios-tanque ao largo da costa da Arábia Saudita e a renovação das ameaças dos EUA de intensificar ataques contra o Irã.

Às 10h15 (horário de Brasília), os contratos futuros de petróleo Brent subiram 6,4% e ultrapassaram a marca de US$ 100 por barril pela primeira vez desde 26 de maio. Já os contratos futuros de petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA avançavam cerca de 5%, para US$ 91,08 por barril, o maior valor desde 8 de junho.

A alta dos preços nesta quinta-feira colocou os contratos futuros de petróleo Brent a caminho de um ganho mensal de 35,3% — o terceiro maior salto mensal nos últimos 10 anos. Os contratos futuros de WTI também caminhavam para a terceira maior alta mensal em uma década, com um aumento mensal de cerca de 30%.