Publicidade
A Romi (ROMI3) reportou lucro líquido de R$ 13,9 milhões no segundo trimestre de 2026, resultado que representa uma queda de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior, mas uma forte alta de 488,8% na comparação com o primeiro trimestre deste ano. A margem líquida ficou em 4,2%, ante 5,2% um ano antes.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 26,8 milhões entre abril e junho, recuo de 5,9% na base anual e avanço de 265,2% frente ao trimestre anterior. A margem Ebitda atingiu 8%, queda de 1 ponto percentual em relação aos 9% registrados no segundo trimestre de 2025, refletindo uma rentabilidade operacional ainda pressionada.

Futuros de NY ampliam ganhos com inflação mais branda e temporada de balanços
Estão previstos os balanços trimestrais de gigantes como United Airlines, Morgan Stanley, Johnson & Johnson e BlackRock

Vale (VALE3) elege Wilfred Theodoor Bruijn como presidente do conselho
A eleição aconteceu após a renúncia de Daniel André Stieler, na semana passada
A receita operacional líquida alcançou R$ 334,8 milhões no período, crescimento de 5,9% na comparação anual e de 51,5% em relação ao primeiro trimestre. O desempenho foi impulsionado principalmente pela recuperação das vendas de máquinas, com o volume de unidades comercializadas pela divisão Máquinas Romi totalizando 245 equipamentos, praticamente estável em relação ao mesmo período do ano passado (-4,7%), mas quase dobrando frente ao trimestre anterior.
Por outro lado, o segmento de Fundidos e Usinados continuou apresentando menor atividade, com volume de produção de 2.095 toneladas, queda de 18,8% na comparação anual. A margem bruta também apresentou deterioração, passando de 27,4% para 23,5%, indicando um ambiente ainda desafiador para a rentabilidade da companhia.
O lucro operacional (Ebit) totalizou R$ 6,6 milhões, recuo de 41,1% em relação ao segundo trimestre de 2025, com margem operacional de 2%, ante 3,6% um ano antes.
Os investimentos da companhia somaram R$ 42 milhões no trimestre, redução de 11,2% na comparação anual, em linha com uma postura mais seletiva na alocação de capital diante do cenário de demanda ainda moderada em alguns segmentos industriais.