Publicidade
BRUXELAS, 8 Jul (Reuters) – A Apple perdeu nesta quarta-feira ação movida contra as regras históricas da União Europeia que designam suas lojas de aplicativos e o sistema operacional iOS como “gatekeepers”, sujeitos a obrigações destinadas a dar aos concorrentes mais espaço para competir.
A Lei dos Mercados Digitais da UE, que estabelece uma lista de o que fazer e o que não fazer para as grandes empresas de tecnologia, com a ameaça de multas de até 10% do faturamento anual global de uma empresa, tem gerado contestação judicial por parte da Apple, da Meta e da ByteDance desde que entrou em vigor em maio de 2023.

SpaceX: o que JPMorgan, Goldman e BofA veem para recomendar compra?
Capacidade de lançamento e a rápida reutilização do foguete Starship são os principais pilares da tese de investimento

Apple fecha parceria de US$ 30 bilhões com Broadcom para produção de chips nos EUA
Como parte da parceria, a Broadcom ampliará e modernizará sua unidade de Fort Collins, no Colorado, com um investimento de US$ 1,5 bilhão em despesas de capital
A decisão da Corte Geral, com sede em Luxemburgo, fortalecerá a posição dos órgãos antitruste da UE em sua tentativa de abrir espaço para os concorrentes e oferecer mais opções aos europeus.
Ferramenta do InfoMoney
Baixe agora (e de graça)!
“A Corte Geral rejeita as ações da Apple relativas à sua designação como ‘gatekeeper’ em relação à App Store e ao iOS”, afirmou o tribunal.
Ela também declarou que as ações da Apple sobre o serviço iMessage são inadmissíveis.
A Apple reiterou suas críticas à Lei dos Mercados Digitais (DMA).
“Acreditamos firmemente que o mandato da DMA vai além do que é lícito e proporcional, ameaçando minar décadas de proteções à privacidade e à segurança que construímos e deixando nossos usuários vulneráveis a novos riscos”, disse um porta-voz da Apple.
“Continuaremos defendendo a inovação e a privacidade que nossos clientes europeus merecem.”
A Apple pode recorrer em questões jurídicas ao Tribunal de Justiça da União Europeia, a mais alta instância judicial da Europa.
Continua depois da publicidade