Noruega troca mais passes contra Brasil do que em confrontos com Moldávia e Estônia

País europeu deu 681 passes no confronto que eliminou a Seleção Brasileira em partida com menor posse desde que há registro

Iuri Santos

Futebol - Copa do Mundo da FIFA 2026 - Oitavas de final - Brasil x Noruega - New York New Jersey Stadium, East Rutherford, Nova Jersey, EUA - 5 de julho de 2026. Erling Haaland, da Noruega, comemora após a partida, com a classificação da Noruega para as quartas de final da Copa do Mundo. (Foto: REUTERS/Dylan Martinez TPX IMAGES OF THE DAY)
Futebol - Copa do Mundo da FIFA 2026 - Oitavas de final - Brasil x Noruega - New York New Jersey Stadium, East Rutherford, Nova Jersey, EUA - 5 de julho de 2026. Erling Haaland, da Noruega, comemora após a partida, com a classificação da Noruega para as quartas de final da Copa do Mundo. (Foto: REUTERS/Dylan Martinez TPX IMAGES OF THE DAY)

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A Noruega deu 681 passes no confronto de oitavas de final que levou à eliminação do Brasil da Copa do Mundo no último domingo (5). O número é superior à quantidade de toques trocados pela seleção europeia nas partidas contra Moldávia e Estônia durante a fase de grupos das Eliminatórias Europeias.

Em uma partida na qual o técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, optou por deixar os noruegueses com a bola, o time dirigido por Ståle Solbakken teve um aproveitamento de aproximadamente 91% nos passes.

Na primeira partida contra a Estônia, vencida pela Noruega por 4 a 1, foram 661 passes trocados — sendo 601 certos, enquanto no segundo jogo foram 587 passes trocados. Já na partida contra a Moldávia, uma goleada norueguesa de 11 a 1, a equipe trocou bola 654 vezes, sendo 594 delas corretas. No segundo confronto, o time escandinavo chegou a 622 passes.

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De acordo com a plataforma Opta, a eliminação precoce do Brasil marcou o jogo com menor posse de bola da seleção nacional em Copas do Mundo desde que se tem registro, em 1966. A Seleção teve o controle durante 35% da partida e nunca havia ficado abaixo de 40%.

Iuri Santos

Repórter de inovação e negócios no IM Business, do InfoMoney. Graduado em Jornalismo pela Unesp, já passou também pelo E-Investidor, do Estadão.