Publicidade
SÃO PAULO – Segundo matéria publicada no The Wall Street Journal e no Sundays, o governo norte-americano poderá ampliar sua participação no Citigroup como forma de evitar a quebra do maior banco dos EUA.
Fontes informaram aos dois jornais que deverá ocorrer uma aquisição das ações ordinárias do grupo, deixando o governo responsável por até 40% do capital social. O aporte de US$ 45 bilhões concedido no ano passado já havia garantido em troca ações preferenciais.
O Bank of America também foi citado nos artigos como outro possível alvo de estatização e, assim como o Citigroup, teve seus papéis desvalorizados em até 36% na bolsa de Nova York. Ao longo do dia, os ativos chegaram a se recuperar e encerraram com baixa de 3,6%. No caso do Citi, a queda foi de 22%.
Citi comenta o caso
Pouco depois do The Wall Street Journal publicar a matéria sobre a estatização, o porta-voz do Citigroup, Michael Hanretta, afastou as possibilidades e reiterou em nota que a base de capital do banco está “muito forte”.
De acordo com o documento enviado pelo representante, o Citi encerrou o quarto trimestre com as maiores reservas de toda a indústria bancária norte-americana. Segundo ele, um dos objetivos da instituição continuará a ser o de alcançar um crescimento rentável para a instituição.