JBS, Axia, Iochpe-Maxion, Light, SLC e mais ações para acompanhar hoje

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta segunda-feira

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Painéis eletrônicos na B3, em São Paulo - 10/07/2025 (Foto: REUTERS/Alexandre Meneghini)
Painéis eletrônicos na B3, em São Paulo - 10/07/2025 (Foto: REUTERS/Alexandre Meneghini)

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O radar corporativo desta segunda-feira (15) traz o anúncio de fechamento de duas unidades nos Estados Unidos pela JBS (BDR: JBSS32).

Axia Energia (AXIA3) aprova resgate de 576.923 ações preferenciais classe “C”.

A Iochpe-Maxion, por sua vez, aprova debêntures no valor de R$ 400 milhões.

Confira mais destaques:

JBS (BDR: JBSS32)

A JBS, maior ⁠produtora global de carnes, anunciou nesta ‌sexta-feira o fechamento de duas unidades de produção nos Estados Unidos, ‌na Pensilvânia e no Tennessee, como parte de ajustes para fortalecer suas operações no país.

As unidades afetadas incluem uma planta de carne bovina ⁠em ‌Souderton, na Pensilvânia, e uma ⁠unidade de produtos de valor agregado em Memphis, no Tennessee, segundo comunicado da empresa.

Iochpe-Maxion (MYPK3)

O Conselho de Administração da Iochpe-Maxion (MYPK3) aprovou a realização da 17ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor de R$ 400 milhões.

Axia Energia (AXIA3)

A Axia Energia (AXIA3) aprovou o resgate de 576.923 ações preferenciais classe “C” (PNCs) de sua própria emissão, equivalente a R$ 30 milhões e 0,0951% desta classe de ação.

C&A (CEAB3)

A C&A informou que recebeu, em 12 de junho, uma comunicação do Norges Bank sobre uma alteração em sua participação acionária na companhia. O comunicado foi divulgado em cumprimento às regras da Resolução CVM 44/2021. A empresa não detalhou, nesse documento, o novo percentual de participação.

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Light (LIGT3)

A Light informou que recebeu uma nova comunicação da Itaú Unibanco Asset Management esclarecendo que, após a revisão dos critérios de consolidação das posições dos fundos sob sua gestão, a participação em ações da companhia nunca atingiu 5% do capital. Com isso, não houve configuração de participação acionária relevante, nos termos da Resolução CVM 44/2021. A gestora também reiterou que sua posição não tem o objetivo de influenciar o controle ou a administração da empresa.

SLC Agrícola (SLCE3)

A SLC Agrícola informou que a avaliação independente de suas terras, incluindo as áreas vinculadas a acordos com fundos de investimento (FIPs), totalizou R$ 13,53 bilhões em 2026. O levantamento, realizado pela Deloitte, apontou valorização de 1,0% no valor médio do hectare agricultável em relação à avaliação anterior, para R$ 59.534 por hectare.