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O Ibovespa manteve o fluxo de baixa e registrou a terceira queda consecutiva, encerrando a última sessão com recuo de 0,39%, aos 175.063 pontos, após oscilar entre a mínima de 174.686 pontos e a máxima de 176.627 pontos. O índice segue pressionado desde que renovou sua máxima histórica.
Pelo gráfico diário, observo que o índice continua negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, reforçando a tendência de baixa. Além disso, o rompimento recente de suportes importantes mantém o cenário fragilizado e abre espaço para novas quedas. O IFR (14) em 35,35 segue próximo da região de sobrevenda, o que pode favorecer repiques técnicos. Ainda assim, o viés permanece negativo, especialmente enquanto o índice continuar abaixo das médias móveis e próximo da importante faixa de suporte em 173.543 pontos.
Para que o índice volte a ganhar força compradora, considero importante o retorno acima das regiões de 178.200/180.100 pontos, seguido das resistências em 187.780 e 192.890 pontos. Acima desses níveis, o mercado poderia voltar a mirar a resistência em 196.725 pontos e, posteriormente, o topo histórico em 199.354 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa ganha força com a perda da região de 173.543 pontos. Caso esse suporte seja rompido, vejo potencial para aceleração das quedas, com alvos em 171.815/164.780 pontos e projeção mais longa em 161.745 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o cenário segue pressionado, com o índice negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o domínio vendedor no curtíssimo prazo.
Para uma recuperação técnica, será necessário superar a faixa de resistência em 176.030/177.160 pontos. Caso isso aconteça, o índice pode buscar 179.200/179.475 pontos, com extensões em 180.835/182.870 pontos.
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Por outro lado, caso perca a importante região de suporte em 174.685/173.540 pontos, o fluxo vendedor pode ganhar ainda mais força, com alvos em 171.815/168.835 pontos e projeções mais longas na faixa de 166.295/163.570 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (28/05) com queda de 0,70%, aos 175.550 pontos, registrando o terceiro pregão consecutivo de baixa.
No gráfico de 15 minutos, a região de 175.450/175.200 será importante para definir se o fluxo vendedor ganhará nova aceleração. Já pelo lado da recuperação, o primeiro desafio dos compradores será superar 175.935/176.470.
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No gráfico de 60 minutos, o índice segue negociando entre as médias móveis, o que sugere uma disputa por direção, embora o contexto mais amplo continue favorecendo os vendedores.

O minidólar (WDOM26), contrato com vencimento em junho, encerrou a última sessão (28/05) em queda de 0,39%, aos 5.044 pontos, interrompendo parte do movimento de recuperação observado nos últimos pregões.
Vale destacar que nesta sexta-feira (29/05) ocorre o vencimento dos contratos WDOM26. A partir de agora, o mercado passa a negociar o contrato WDON26, com vencimento em julho.
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Apesar do fechamento negativo, o ativo conseguiu recuperar parte das perdas na reta final do pregão e permaneceu acima das médias móveis no gráfico de 15 minutos. Para o pregão de hoje, acompanho com atenção a região de suporte em 5.034,5/5.025 pontos e a resistência imediata em 5.046,5/5.054 pontos, que podem definir o próximo movimento direcional.
No gráfico de 60 minutos, o contrato segue negociando entre as médias de 9 e 21 períodos, indicando um cenário de maior indecisão no curtíssimo prazo.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITK26), com vencimento em maio, encerraram a última sessão em queda de 1,17%, aos 371.800 pontos, ampliando o movimento corretivo e mantendo o ativo pressionado próximo à base da faixa de lateralização.
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Vale destacar que nesta sexta-feira (29) ocorre o vencimento dos contratos BITK26. A partir de agora, o mercado passa a negociar os contratos BITM26, com vencimento em junho.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo permanece dentro de uma estrutura lateral mais ampla, mas com viés vendedor nas últimas sessões. O preço segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Além disso, o mercado volta a se aproximar da região inferior dessa lateralização, o que aumenta a importância dos suportes atuais. O IFR (14) em 41,26 segue em zona neutra.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 360.059/336.570 pontos pode acelerar o fluxo vendedor, abrindo espaço para quedas até 331.465/305.902, com alvo mais longo em 288.590/259.715 pontos.
Por outro lado, uma retomada do fluxo comprador dependerá da superação da faixa de 375.800/393.560 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 410.120/437.540, com projeções mais longas em 449.630/479.315 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta sexta-feira (29).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

