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O Ibovespa Futuro opera em baixa nos primeiros negócios desta quarta-feira (27), enquanto investidores buscam sinais de que uma trégua frágil entre os Estados Unidos e o Irã será prorrogada, enquanto no Brasil analistas acompanham dados de inflação. Às 9h02 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho subia 0,22%, aos 178.050 pontos.
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O Irã afirmou na terça-feira que os ataques dos EUA perto da área do Estreito de Ormuz representaram uma “violação grave” de um cessar-fogo em vigor há quase sete semanas. Os Estados Unidos disseram que seus ataques foram de natureza defensiva.
As ações globais avançavam e o petróleo tinha queda, mas o sentimento permanecia frágil conforme as negociações continuavam para encerrar o conflito que já dura três meses.
Na cena nacional, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,62% em maio de 2026. Na base de comparação anual, o avanço foi de 4,64%.
Já a Câmara dos Deputados pode votar, em comissão e em plenário, o projeto que elimina a escala de trabalho 6×1.
Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de cerimônia para anúncio de retomada de investimentos da Petrobras no Amazonas, em Manaus.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,08%, S&P Futuro avançava 0,23% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,69%.
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro para junho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — caía 0,03% na B3, aos R$ 5,038.
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Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam mistos, enquanto os investidores avaliavam as tensões no Oriente Médio e as negociações de cessar-fogo.
Os preços do petróleo operam em baixa, devido ao otimismo de que os EUA e o Irã chegarão a um acordo de paz, apesar das novas hostilidades e da incerteza em relação ao Estreito de Ormuz.
As cotações do minério de ferro na China também fecharam em baixa.
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(Com Reuters)

