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A nova diretoria da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), composta por Roberto Paris, presidente, e 21 diretores, tomou posse nesta segunda-feira (18), em cerimônia realizada na Casa Fasano, em São Paulo.
O novo presidente destacou o papel da Anbima como elo entre os diferentes agentes do mercado e reforçou o compromisso com o diálogo. Paris afirmou que seu objetivo não é apenas representar uma instituição, mas sim o setor como um todo.
“No fundo, o papel de uma associação é ser ponte. Hoje, posso dizer que a Anbima é mais do que a casa do mercado de capitais. Ela é a sua principal ponte — a ponte que conecta, aproxima visões e ajuda a construir consensos para que o setor avance”, afirmou.
A diretoria, eleita para o biênio 2026–2028, reúne integrantes de diversos segmentos do mercado de capitais brasileiro, incluindo representantes de bancos, gestoras, corretoras, securitizadoras e outras instituições que compõem o ecossistema do setor.
“O diálogo entre regulador e entidades representativas tem um grande alinhamento, voltado a um mercado de capitais bem estruturado, com uma infraestrutura normativa e regulatória de qualidade, atenta à realidade do mercado”, destacou João Accioly, presidente interino da CVM.
Entre os presentes no evento estava Elisa Leonel, secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, que ressaltou o papel da Anbima.
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“A Anbima traz uma iniciativa de complementaridade: o Estado brasileiro, por meio da CVM e do Banco Central, atua junto na fiscalização, na promoção de padrões éticos, na construção de práticas sustentáveis e responsáveis e na indução da inovação”, afirmou.
Segundo integrantes da nova diretoria, a gestão assume com uma agenda voltada ao aprimoramento da autorregulação, ao fortalecimento da transparência e à evolução de temas estratégicos, como ativos digitais, mercado de carbono e educação financeira, além da valorização e popularização do mercado de capitais.