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A Cosan (CSAN3) reportou prejuízo líquido de R$ 1,6 bilhão ao final do primeiro trimestre de 2026. Em relação ao mesmo período do ano passado, o desempenho melhorou 11%, quando a companhia teve prejuízo de R$ 1,8 bilhão.
De acordo com a administração, o resultado positivo é um reflexo de uma série de efeitos pontuais no trimestre, como a melhor performance do portfólio e impactos benéficos no resultado financeiro.
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, da sigla em inglês) consolidado teve uma melhora de 60% em relação ao primeiro trimestre de 2025, alcançando R$ 3,1 bilhões. Já em comparação ao trimestre imediatamente anterior, o Ebitda teve uma queda. Ao final do 4T25, a empresa reportou Ebitda de R$ 3,8 bilhões.

Tupy (TUPY3) tem prejuízo líquido de R$ 94,2 milhões, 7,7 vezes maior na base anual
As receitas da companhia caíram 7,1%, para R$ 2,31 bilhões

Cyrela (CYRE3) tem lucro líquido de R$ 297 milhões no 1º tri, queda anual de 9%
A construtora apurou uma receita líquida de R$ 2 bilhões no período, crescimento de 4% na mesma comparação
A receita consolidada ao final do trimestre, sofreu uma redução de 6% em relação ao ano anterior. Em 2026, o primeiro trimestre encerrou com R$ 9 bilhões, contra os R$ 9,7 bilhões de 2025.
A companhia concluiu o primeiro trimestre com uma despesa no resultado financeiro de R$ 1,1 bilhão, um acréscimo de R$ 455 milhões em relação ao 4T25.
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Todas as controladas, pela Cosan (Rumo, Compass, Moove e Radar) tiveram melhora no Ebitda do trimestre. Com destaque para a Rumo, que totalizou R$ 1,7 bilhão em Ebitda ajustado no trimestre. Em relação ao 1T25, o crescimento foi de 7%. A controlada é a maior operado de logística ferroviária independente do Brasil.