Melnick, Renova, Multi, Neogrid e mais empresas divulgam resultados

São Carlos e Unifique também reportaram resultados no primeiro trimestre de 2026

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

(Reprodução: Freepik)
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A Renova Energia (RNEW4) reportou prejuízo líquido de R$ 36,9 milhões entre janeiro e março, redução de 35,8% frente às perdas de R$ 57,5 milhões registradas um ano antes, beneficiada principalmente pela melhora nas despesas administrativas e financeiras.

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A receita operacional líquida avançou 35,3% na comparação anual, para R$ 113,8 milhões, refletindo maior volume operacional.

As despesas administrativas recuaram 94,9%, enquanto o resultado financeiro negativo diminuiu 18,1% no período.

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Melnick (MELK3)

A Melnick encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 25 milhões, alta de 86% na comparação anual. A margem líquida ficou em 11,2% no período, refletindo melhora operacional e avanço na rentabilidade dos empreendimentos.

A incorporadora lançou R$ 213 milhões em projetos no trimestre, considerando participação da companhia, enquanto a velocidade de vendas (VSO) média atingiu 38%, indicando manutenção do ritmo comercial em patamares elevados.

São Carlos (SCAR3)

O EBITDA recorrente somou R$ 14 milhões no período, avanço de 56,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

O NOI recorrente atingiu R$ 16,3 milhões, alta anual de 2,2%. A taxa de vacância do segmento de escritórios caiu 6,2 pontos percentuais em um ano, para 24,9%, enquanto a ocupação do FlexOffice chegou a 14,7 mil metros quadrados, com 28 clientes ativos.

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A companhia também destacou crescimento de 5,5% nas vendas mesmas lojas (SSS) e de 8,4% nos aluguéis mesmas lojas (SSR) no segmento Best Center.

Multi (MLAS3)

A Multilaser praticamente dobrou o lucro líquido no primeiro trimestre de 2026, impulsionada pela expansão da rentabilidade operacional e melhora de margens. O lucro líquido somou R$ 123,4 milhões entre janeiro e março, alta de 91% em relação ao mesmo período de 2025.

O EBITDA atingiu R$ 96,5 milhões, avanço de R$ 91 milhões na comparação anual. A margem EBITDA subiu 10,4 pontos percentuais, para 11,1%, refletindo ganhos de eficiência operacional e melhor desempenho comercial.

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A receita líquida cresceu 14,3% em um ano, para R$ 872,7 milhões. Já o lucro bruto avançou 46,2%, alcançando R$ 265 milhões, enquanto a margem bruta aumentou 6,7 pontos percentuais, para 30,4%.

Unifique (FIQE3)

A Unifique registrou lucro líquido de R$ 52,1 milhões no primeiro trimestre de 2026, em um período marcado pela expansão da base de clientes e melhora nos indicadores operacionais.

A companhia adicionou 40,2 mil acessos líquidos no trimestre, enquanto os acessos líquidos de 5G somaram 288 mil. No segmento de fibra, o churn recuou 0,09 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre de 2025, para 1,49%, indicando melhora na retenção de clientes. A margem EBITDA atingiu 51,9%, com avanço de 2,3 pontos percentuais na comparação anual.

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Log-In (LOGN3)

A Log-In reverteu lucro e registrou prejuízo líquido de R$ 37,9 milhões no primeiro trimestre de 2026, ante lucro de R$ 26,5 milhões um ano antes.

O EBITDA caiu 46,4% na comparação anual, para R$ 87,5 milhões, enquanto o EBITDA ajustado recuou 30,4%, totalizando R$ 106,6 milhões. A receita operacional líquida permaneceu praticamente estável, com leve queda de 0,5%, para R$ 680,1 milhões.

Neogrid (NGRD3)

A Neogrid ampliou o prejuízo líquido no primeiro trimestre de 2026, em meio à deterioração das margens operacionais e queda da receita recorrente. A companhia reportou prejuízo líquido de R$ 5,2 milhões no período, piora de 587,7% em relação às perdas registradas um ano antes.

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O EBITDA ficou negativo em R$ 2,6 milhões, revertendo resultado positivo de R$ 2,9 milhões no primeiro trimestre de 2025. A margem EBITDA passou de 4,2% positiva para negativa em 3,9%, uma deterioração de 8,1 pontos percentuais.

A receita líquida caiu 5% na comparação anual, para R$ 65,9 milhões, enquanto a receita recorrente recuou 5,2%, mantendo elevada representatividade no faturamento, equivalente a 97,6% da receita líquida total. O fluxo de caixa livre somou R$ 1,9 milhão, queda de 30,7% em relação ao mesmo período do ano passado.