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SÃO PAULO – Mesmo em meio ao clima de instabilidade nas bolsas externas, o risco-Brasil fechou acentuado recuo de 15 pontos nesta segunda-feira (22), cotado a 442 pontos-base. No início de uma semana curta em função do feriado de Natal, as bolsas externas registraram fortes perdas diante das modestas projeções corporativas e do recuo das commodities.
De acordo com relatório publicado pela equipe do banco francês Société Générale, os quatro últimos meses de 2008 já são compreendidos como os piores desde o início da crise atual. Na esfera corporativa, a Toyota projetou prejuízo operacional de US$ 1,7 bilhão para seu próximo trimestre fiscal, o que seria o primeiro resultado negativo desde 1938.
Apesar do clima de instabilidade nos mercados, o preço dos Treasuries fechou com recuo, e os títulos da dívida externa brasileira contrariaram esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano em relação aos Globais determina o indicador risco-Brasil.
Risco-Brasil desaba
O indicador de risco-Brasil, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou a 442 pontos-base, queda de 29 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, terminou em leve alta de 0,58% na tarde desta segunda-feira, cotado a 128,25 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 128,25 | 127,50 | +0,58 |