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A sessão desta quarta-feira (13) será marcada pela divulgação de balanços de grandes empresas, com destaque para Banco do Brasil (BBAS3), CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3). Ao final do dia, também teremos Americanas (AMER3), Casas Bahia (BHIA3), Movida (MOVI3) e Eneva (ENEV3).
A agenda internacional marca hoje a divulgação do PIB preliminar do primeiro trimestre na Zona do Euro, acompanhada dos dados de preços ao produtor (PPI) e atualização dos estoques de petróleo nos Estados Unidos.

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Os investidores americanos aguardam ansiosamente o índice de preços ao produtor de abril

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“Não acho que precisamos de ajuda com o Irã. Vamos vencer de uma forma ou de outra, pacificamente ou não”, disse Trump aos repórteres ao deixar a Casa Branca rumo à China
A agenda doméstica de indicadores reserva o dia para o lançamento dos dados de março das vendas no varejo, com previsão de níveis estáveis na comparação mensal. Mais tarde, o governo divulga o nível de fluxo cambial da semana.
O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira, perdendo o patamar dos 180 mil pontos na mínima do dia, em sessão marcada por noticiário corporativo intenso e dados de inflação no Brasil e nos EUA, além de nova alta do preço do petróleo no mercado internacional.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,86%, a 180.342,33 pontos, após marcar 179.938,70 pontos no pior momento. Na máxima, marcou 181.896,57 pontos. O volume financeiro somou R$29,11 bilhões.
O que vai mexer com o mercado nesta terça
Agenda
No Brasil, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, discursa às 9h durante a IV Conferência Anual da instituição. Às 9h15, o diretor de Política Econômica do BC, Paulo Picchetti, também participa do evento.
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Nos Estados Unidos, a presidente do Fed de Boston, Susan Collins, participa de um evento às 12h30, enquanto o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, fala às 14h. Já às 20h, a presidente do Fed de Dallas, Lorie Logan, participa de um evento institucional nos EUA.
Na Europa, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, participa de um jantar na Alemanha às 16h15.
Brasil
09:00 — Vendas no varejo
Período: Março
Previsão: +0,0% m/m | 2,75% a/a
14:30 — Fluxo cambial
Período: Semanal
Estados Unidos
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09:30 — Preços ao produtor
Período: Abril
Previsão: 0,5% m/m | 4,9% a/a
11:30 — Estoques de petróleo
Período: Semanal
Zona do Euro
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06:00 — PIB (preliminar)
Período: 1º tri
Previsão: 0,1% m/m | 0,08% a/a
INTERNACIONAL
Reino Unido em Ormuz
O Reino Unido disse nesta terça-feira que vai contribuir com equipamentos autônomos de caça a minas, caças Typhoon e o navio de guerra HMS Dragon para uma missão multinacional de defesa com o objetivo de assegurar a navegação no Estreito de Ormuz.
O ministro da Defesa, John Healey, anunciou o compromisso durante uma cúpula virtual com mais de 40 ministros de outras nações envolvidas na missão, que, segundo ele, deve se tornar operacional quando as condições permitirem.
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UE x Brasil
O Brasil ficou fora de uma lista de países autorizados a exportar carnes e outros produtos de origem animal para a União Europeia a partir de setembro por regras sanitárias, o que pode barrar a entrada de produtos brasileiros caso o país não consiga provar que está cumprindo os requisitos europeus, afirmou a UE nesta terça-feira.
O Ministério da Agricultura brasileiro e associações de produtores nacionais ressaltaram que, neste momento, as exportações brasileiras de produtos de origem animal seguem normalmente.
BRASIL
“Taxa das blusinhas”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira uma medida provisória para zerar a tributação federal sobre produtos de até US$50 comprados em plataformas internacionais, o que ficou conhecido como “taxa das blusinhas”.
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Lei em vigor desde 2024 estabeleceu taxação de 20% para compras internacionais até esse valor, em uma tentativa de controlar a entrada de produtos no país e proteger a indústria nacional da concorrência externa, especialmente de empresas chinesas.
Empréstimos rurais
O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu, em reunião extraordinária nesta terça-feira, adiar a implementação de uma norma que proíbe a concessão de empréstimos rurais subsidiados a solicitantes com áreas desmatadas após julho de 2019.
Segundo a norma, os bancos seriam responsáveis por verificar o cumprimento da exigência por meio de imagens de satélite, se estão de acordo com a legislação ambiental.
(Com Agência Brasil, Reuters, O Globo e Estadão Conteúdo)