Juros reais de 10% são proibitivos para empresas e pessoas, diz Trabuco, do Bradesco

"Se o País não for capaz de fazer o alinhamento da política fiscal e da política monetária, teremos a necessidade de taxas de juros altas", afirmou o executivo.

Estadão Conteúdo

Agência do Bradesco na avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo/AE)
Agência do Bradesco na avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo/AE)

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O presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, alertou para a necessidade de as políticas monetária e fiscal andarem na mesma direção na manhã desta segunda-feira, 11, durante a conferência Brasil em Pauta Nova York, evento do Estadão neste primeiro dia da Brazil Week.

“Se o País não for capaz de fazer o alinhamento da política fiscal e da política monetária, teremos a necessidade de taxas de juros altas”, afirmou o executivo.

O presidente do Conselho do Bradesco afirmou que uma taxa de juros real (descontada a inflação) de 10% é proibitiva. “É proibitiva para as empresas, para as pessoas, para o Tesouro Nacional”, disse Trabuco.

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