Durante muito tempo, as milhas aéreas foram vistas apenas como um “extra” para trocar por passagens ocasionais. Mas essa percepção começou a mudar, inclusive no campo jurídico.
Hoje, as milhas já aparecem no centro de discussões relacionadas à reforma do Código Civil brasileiro, levantando uma questão interessante: afinal, milhas podem ser consideradas patrimônio?
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A discussão ganhou força porque, na prática, os pontos e milhas acumulados possuem valor econômico. Eles podem ser transferidos, utilizados para aquisição de passagens, hospedagens, produtos e serviços, além de existirem plataformas especializadas na compra e venda desses ativos.
Mas, enquanto esse debate avança, uma realidade ainda chama atenção: milhões de brasileiros continuam deixando de acumular milhas simplesmente por não entenderem como a estratégia funciona.
O patrimônio que muita gente ignora no dia a dia
A maior parte das pessoas acredita que acumular milhas exige viagens frequentes ou gastos extremamente altos. Só que, na prática, o acúmulo começa justamente nas despesas do cotidiano.
Compras no supermercado, aplicativos de transporte, assinaturas, farmácia, combustível, contas do dia a dia e gastos recorrentes no cartão de crédito podem gerar pontos constantemente.
O problema é que muita gente utiliza o cartão normalmente sem aproveitar programas de fidelidade, campanhas promocionais ou estratégias de transferência bonificada.
E é aí que surge a diferença entre quem apenas gasta e quem transforma consumo em benefícios.
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Por que as milhas ganharam relevância?
As milhas passaram a ser vistas com outros olhos porque, dependendo da estratégia adotada, elas podem representar economia relevante, e até oportunidade de monetização.
Hoje, existem pessoas que utilizam milhas para:
• Emitir passagens nacionais e internacionais;
• Conseguir upgrades de cabine;
• Reservar hospedagens;
• Trocar por produtos e serviços;
• Reduzir custos de viagens;
• E até vender milhas em plataformas especializadas.
Em alguns casos, usuários conseguem transformar gastos do cotidiano em viagens que custariam milhares de reais.
Isso ajuda a explicar por que o tema deixou de ser apenas um hobby de viajantes frequentes e passou a ganhar espaço até em debates legislativos.
O que faz alguém acumular mais milhas?
Ao contrário do que muitos imaginam, não depende apenas de “gastar mais”.
Na prática, o resultado costuma vir da combinação de fatores como:
• Escolha correta do cartão;
• Uso de programas de fidelidade;
• Aproveitamento de campanhas promocionais;
• Transferências com bônus;
• Compras feitas em parceiros estratégicos;
• Organização e planejamento do acúmulo.
Pequenas decisões podem fazer diferença significativa ao longo do tempo.
O erro mais comum de quem começa
Um dos maiores erros é deixar pontos expirarem ou acumular sem estratégia.
Muitas pessoas possuem cartões que geram pontos, mas nunca acompanham promoções, não entendem os programas disponíveis e acabam desperdiçando oportunidades que poderiam gerar benefícios reais.
Por isso, educação financeira também passa por entender como utilizar melhor os recursos que já fazem parte da rotina.
Como começar a entender esse universo
Para quem deseja aprender mais sobre estratégias de acúmulo, programas de fidelidade e formas de utilizar milhas de maneira mais inteligente, existem materiais gratuitos que ajudam a dar os primeiros passos sem complicação, como o guia do InfoMoney.
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Porque, no fim, a discussão sobre milhas como patrimônio levanta um ponto importante: talvez muita gente esteja deixando valor na mesa sem perceber.