Instabilidade nos mercados externos impulsiona o Global 40; risco-Brasil estável

Na falta de indicadores de peso, atenções se voltam à esfera corporativa; papéis da Dow Chemical pressionam Wall Street

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SÃO PAULO – Em meio ao fraco volume de negócios, as bolsas globais experimentam um pregão de instabilidade nesta segunda-feira (29). Como reflexo, o principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, mostra leve elevação de 0,46%, cotado a 128,85 centavos de dólar.

Na ausência de indicadores de peso, as atenções se voltam à esfera corporativa. Contrariando o desempenho positivo dos papéis da Exxon Mobil e Chevron, os ativos da Dow Chemical são duramente penalizados, em resposta à desistência do governo do Kuwait de comprar 50% de participação na divisão responsável por fabricar plásticos.

Com o clima de instabilidade nos mercados, o preço dos Treasuries segue com avanço e os títulos da dívida externa brasileira acompanham esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano o os Globais determina o indicador risco-Brasil.

Global 40 sobe

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em alta de 0,46% na tarde desta segunda-feira, cotado a 128,85 centavos de dólar.

O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 437 pontos-base, mantendo-se praticamente estável em relação ao fechamento anterior.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Anterior Var %
Global 40 128,85 128,25 +0,46