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Ibovespa Futuro tem leve baixa com foco na ata do Copom e balanços corporativos

O Banco Central avalia que a demora na resolução do conflito no Oriente Médio aumenta a chance de impactos duradouros na economia global

Felipe Moreira

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Espaço B3 (Foto: Divulgação)
Espaço B3 (Foto: Divulgação)

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O Ibovespa Futuro opera em baixa nas primeiras negociações desta terça-feira (5), com investidores digerindo a ata da última reunião do Banco Central e uma série de balanços corporativos, enquanto as hostilidades entre Estados Unidos e Irã sobre o Estreito de Ormuz mantinham o preço do petróleo acima de US$100 . Às 9h08, o contrato recuava 0,05%, a 188.410 pontos.

Na semana passada, ao cortar a Selic para 14,5%, o BC argumentou que precisará incorporar novas informações para definir a política monetária à frente, mencionando possibilidade de ajuste do ritmo e da extensão do ciclo de “calibração” da taxa.

Entre os balanços corporativos, a Ambev (ABEV3) informou logo cedo que teve lucro líquido de R$3,89 bilhões no primeiro trimestre, um avanço de 2,1% sobre o desempenho do mesmo período de 2025. Já o IRB(Re) (IRBR3) teve lucro líquido de R$101,6 milhões, uma queda de 14,8% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Após o fechamento, divulgam seus números C&A (CEAB3), Copel (CPLE3), Iguatemi (IGTI11), Itaú (ITUB4), Prio (PRIO3), RD Saúde (RADL3) e TIM (TIMS3).

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Em Wall Street, o Dow Jones Futuro avançava 0,33%, S&P Futuro subia 0,39% e Nasdaq Futuro tinha valorização 0,60%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro para maio — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,39% na B3, aos R$ 4,980.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, enquanto os preços do petróleo recuaram, mas permaneceram bem acima de US$ 100 o barril, com os EUA e o Irã continuando a trabalhar em direção a uma trégua, ao mesmo tempo em que trocam agressões no Estreito de Ormuz.

Os preços do petróleo caem após a alta de segunda, enquanto os investidores acompanham a situação cada vez mais frágil do cessar-fogo de quatro semanas no Oriente Médio, após novos confrontos entre os EUA e o Irã.

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(Com Reuters)