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Renda Fixa Hoje: confira as taxas de CDB, LCI e LCA na XP com dólar abaixo de R$ 5

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (23), CDBs com taxas prefixadas de até 14,330% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,400% em 1 ano e os pós-fixados até 108% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,300% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,590% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 86% do CDI em mais de 1 ano.

LCIs prefixadas contam com taxas de até 11,080% em 12 meses, enquanto as ligadas à inflação pagam até IPCA+5,450% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 85% do CDI em 12 meses.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB DM FINANCEIRA
Taxa: 114% do CDI
Vencimento: abril/2031
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CDB BMG
Taxa: IPC-A+ 8,280%
Vencimento: outubro/2029
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: março/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (23)

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Cenário Renda Fixa da XP

Os juros futuros encerraram a quarta-feira (22) com altas ao longo de toda a curva, em um movimento de ajuste ao cenário externo adverso observado na véspera, quando o mercado brasileiro esteve fechado. A combinação de petróleo em alta e avanço dos rendimentos dos Treasuries pressionou as taxas domésticas.

Na ponta curta, o movimento refletiu principalmente a consolidação de expectativas para a política monetária, com o mercado reforçando a aposta em um corte mais moderado da Selic. Em meio às incertezas geradas pela guerra, investidores passaram a ver menos espaço para um afrouxamento mais intenso, o que sustentou a abertura das taxas nos vencimentos mais próximos.

Já na ponta longa, a alta acompanhou o ambiente externo, com destaque para o avanço do petróleo acima dos US$ 100 o barril, que elevou os temores inflacionários globais. Esse fator pressionou os prêmios de risco e contribuiu para a alta mais disseminada ao longo da curva.

O movimento também refletiu o ajuste aos ganhos recentes dos Treasuries, que haviam subido na sessão anterior, diante das dúvidas sobre o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. A instabilidade geopolítica voltou a ganhar força, reforçando a percepção de risco.

Apesar do anúncio de extensão do cessar-fogo, episódios como a captura de embarcações no Estreito de Ormuz mantiveram o mercado cauteloso, sustentando a pressão altista sobre as taxas mais longas, mais sensíveis ao cenário internacional.

Assim, o comportamento da curva evidenciou uma divisão clara: a ponta curta reagiu ao ajuste nas expectativas para a Selic, enquanto a ponta longa refletiu sobretudo o cenário externo mais adverso, com petróleo elevado, juros americanos pressionados e maior aversão ao risco global.

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