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Renda Fixa Hoje: veja taxas de CDB, LCI e LCA na XP após trégua entre EUA e Irã

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (8), CDBs com taxas prefixadas de até 14,750% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,460% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 108% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,250% em mais de 1 ano, enquanto as ligadas à inflação pagam até IPCA+5,750% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 86% do CDI em mais de 1 ano.

LCIs prefixadas contam com taxas de até 11,310% em 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,800 em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 100% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BMG
Taxa: IPC-A + 8,440%
Vencimento: abril/2029
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CDB DM FINANCEIRA
Taxa: 114% do CDI
Vencimento: abril/2031
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: fevereiro/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (8)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros fecharam em alta nesta terça-feira (7), acompanhando o avanço do petróleo e o aumento da aversão global ao risco, em meio à tensão crescente no Oriente Médio e à proximidade do prazo para um acordo entre EUA e Irã.

No fim da sessão, o DI para janeiro de 2028 subiu 8 pontos-base, a 13,905%, enquanto o DI para janeiro de 2035 avançou 4 pontos-base, a 13,895%. O movimento foi mais intenso na ponta curta, refletindo maior sensibilidade às expectativas de política monetária.

A principal pressão veio do cenário externo. O ultimato do presidente dos EUA, Donald Trump, elevou a tensão geopolítica e impulsionou o petróleo Brent acima de US$110 o barril, reforçando temores inflacionários globais. O ambiente levou investidores a migrarem para ativos mais seguros, pressionando a curva brasileira.

Nesse contexto, a curva curta abriu mais, incorporando o aumento das expectativas de inflação e a percepção de menor espaço para cortes mais intensos da Selic. Já a ponta longa também subiu, mas de forma mais moderada, acompanhando o movimento global e a cautela dos investidores.

A alta dos prêmios ocorre em um ambiente de crescente incerteza sobre a condução da política monetária. O mercado segue majoritariamente precificando corte de 25 pontos-base pelo Comitê de Política Monetária, diante da deterioração das expectativas inflacionárias, evidenciada pela alta da inflação implícita nos títulos públicos.

Com os rendimentos dos Treasuries relativamente estáveis no exterior, o movimento local foi guiado principalmente pelo petróleo e pelo risco geopolítico, fatores que seguem determinantes para a trajetória dos juros no curto prazo.

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