Bolsonaro passa mal durante caminhada na prisão e recebe atendimento médico

Ex-presidente teve tontura e pressão alta no batalhão onde cumpre pena

O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, observa de sua residência enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (não mostrado), sai após uma visita em Brasília, Brasil, 29 de setembro de 2025. REUTERS/Diego Herculano
O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, observa de sua residência enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (não mostrado), sai após uma visita em Brasília, Brasil, 29 de setembro de 2025. REUTERS/Diego Herculano

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um mal-estar na tarde desta segunda-feira (16), segundo relato do filho Carlos Bolsonaro (PL), ex-vereador do Rio e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina.

Em publicação na rede X, Carlos afirmou que o pai “passou mal novamente” e está sendo acompanhado, sem detalhar o quadro clínico. “Infelizmente não tenho mais informações! Sem palavras!”, escreveu.

Mais tarde, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou que conversou com o comandante do 19º Batalhão da PMDF e disse que a pressão arterial do ex-presidente foi estabilizada. De acordo com ela, Bolsonaro sentiu tontura durante uma caminhada e apresentou pressão alta. Ele foi atendido pelo médico plantonista da unidade prisional.

“Ele foi atendido pelo médico plantonista. Conseguiu tomar o seu caldo e já estava fazendo a fisioterapia. Dias difíceis, mas venceremos”, escreveu Michelle nas redes sociais.

Bolsonaro tem histórico de problemas de saúde, incluindo crises recorrentes de soluço que levaram a procedimentos cirúrgicos no fim do ano passado. A família do ex-presidente defende que ele cumpra prisão domiciliar em razão do quadro clínico.

O ex-presidente está detido desde 15 de janeiro em uma sala de Estado-Maior no Núcleo de Custódia da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A transferência para o local foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após período na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

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Marina Verenicz
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