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SÃO PAULO – Repetindo o registrado na véspera, o dólar comercial inicia a quinta-feira (15) com expressiva alta, sendo negociado a R$ 2,22. A sessão segue bastante movimentada, com agenda diária cheia e nova intervenção do Banco Central brasileiro.
Citigroup, Merrill Lynch e BNY Mellon divulgaram seus balanços trimestrais, registrando elevado prejuízo no trimestre, evidenciando os efeitos da crise atual. Alguns números, no entanto, vieram melhores do que o esperado, impedindo um maior nervosismo.
Além disso, os investidores se mantêm atentos também à agenda diária, que segue bastante agitada por lá: há pouco o CPI (Consumer Price Index) apontou inflação nula em setembro, e espera-se que o Industrial Production mostre novo recuo na atividade industrial norte-americana.
Commodities em queda
No mercado de matérias-primas, boa parte das commodities opera em queda, a exemplo dos produtos agrícolas, dos metais e do barril de petróleo, que atingiu seu menor nível nos últimos treze meses. O movimento reduz custos de companhias automobilísticas e aéreas, que lideravam os ganhos no pré-market dos EUA.
No plano interno, destaque para novos dados sobre a inflação, com o IGP-10 (Índice Geral de Preços – 10) e com o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal), que mostram aceleração inflacionária. Ademais, o Banco Central fará mais uma operação de swap cambial, negociando até 50 mil contratos.
Confira as cotações
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,2220 na compra e R$ 2,2240
na venda, forte alta de 2,77% em relação ao fechamento anterior.