Após dados sobre economia dos EUA, dólar inverte o sinal e opera em alta

Indicadores sobre atividade do consumidor, inflação, consumo e renda trazem tensão aos investidores; BC oferece swaps

Publicidade

SÃO PAULO – O dólar inverte o sinal da abertura e opera em alta nesta sexta-feira (31), ganhando espaço frente à moeda brasileira. Há pouco, a divulgação de dados nos EUA, associado ao movimento de ajuste nas bolsas, trouxe insegurança no mercado de renda variável.

O núcleo do índice de preços PCE (Personal Consumption Expenditures), um dos mais observados pelo Federal Reserve, apontou alta de 0,2% em setembro, percentual semelhante ao mês anterior. Números sobre a atividade industrial de Chicago, a renda e o consumo também fazem a pauta, completada com o índice de confiança do consumidor.

A agenda doméstica vem mais calma, dando ênfase aos resultados corporativos. A ação do Banco Central também é bastante comentada, sendo esperada a oferta de até 30 mil contratos de swap cambial tradicional.

Corte no juro

Visando melhorar a liquidez do mercado, o BoJ (Banco Central do Japão) decidiu reduzir em 20 pontos-base a taxa básica de juro, que passou de 0,5% para 0,3% ao ano. Outras medidas foram adotadas para complementar o objetivo do colegiado.

Confira as cotações

O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,1240 na compra e R$ 2,1260 na venda, alta de 0,66% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,2000 na venda, representando um ágio de 3,58% em relação ao dólar comercial.