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SÃO PAULO – Com os investidores recebendo de maneira favorável o pacote de auxílio à economia chinesa anunciado pelo governo do país, o dia é ganhos para os mercados globais e, assim, o risco-Brasil opera com queda de 9 pontos, a 432 pontos. Na ausência de indicadores de peso sobre a economia norte-americana, o noticiário corporativo segue em evidência nesta segunda-feira (10).
O governo chinês anunciou no último domingo um pacote de incentivo à economia local avaliado em US$ 586 bilhões, para os próximos dois anos, com investimentos em infra-estrutura, inovação e tecnologia, meio ambiente, redução da carga tributária e aumento na disponibilidade do crédito. Na esfera corporativa, a alteração no pacote de socorro à seguradora AIG também é bem recebida pelos investidores.
Mesmo com o clima mais ameno nos mercados, o preço dos Treasuries segue com avanço, e os títulos da dívida externa brasileira acompanham esse movimento. Como a apreciação dos títulos da dívida externa norte-americana é mais expressiva, o risco-Brasil apresenta queda.
Risco-Brasil marca recuo
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 432 pontos-base, queda de 9 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em alta de 0,94% na tarde desta segunda-feira, cotado a 117,60 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 117,60 | 116,50 | +0,94 |