EUA abre investigação sobre direitos civis no caso da morte de Alex Pretti

Os motivos que levaram à abertura da investigação no caso de Pretti não foram explicados e o Estado considerou desnecessário fazer o mesmo para a morte de Renee Good

Estadão Conteúdo

Uma foto de Alex Pretti em um memorial improvisado no local em Minneapolis onde ele foi baleado e morto por agentes federais de imigração, no domingo, 25 de janeiro de 2026. (Victor J. Blue/The New York Times)
Uma foto de Alex Pretti em um memorial improvisado no local em Minneapolis onde ele foi baleado e morto por agentes federais de imigração, no domingo, 25 de janeiro de 2026. (Victor J. Blue/The New York Times)

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) abriu nesta sexta-feira, 30, uma investigação federal por possíveis violações de direitos civis na morte de Alex Pretti, morador de Minneapolis baleado no último sábado, 24, por agentes da Patrulha de Fronteira, segundo autoridades federais.

“Nós estamos analisando tudo o que possa esclarecer o que aconteceu naquele dia e também nos dias e semanas que antecederam o ocorrido”, afirmou o vice-procurador-geral, Todd Blanche.

Blanche não detalhou os motivos que levaram o DOJ a abrir a investigação no caso de Pretti, mas disse que uma apuração semelhante não foi considerada necessária na morte de Renee Good, baleada por um agente da Imigração e Alfândega em Minneapolis, em 7 de janeiro.

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Segundo ele, a Divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça não investiga todos os casos de tiros envolvendo autoridades policiais e atua apenas quando há circunstâncias e fatos que “justifiquem uma investigação”.

Também nesta sexta, o Departamento de Segurança Interna informou que o FBI ficará responsável pela condução da investigação federal. Ainda não está claro se o FBI irá compartilhar informações e provas com investigadores do estado de Minnesota, que, até o momento, foram excluídos da apuração federal.

*Com informações da Associated Press.

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*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.