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SÃO PAULO – Em meio aos dados pessimistas sobre a economia norte-americana, o risco-Brasil terminou com alta de 5 pontos, cotado a 492 pontos-base. Os mercados avaliaram a nomeação de Paul Volcker para chefiar o novo comitê destinado de combate à crise financeira, o que agradou os investidores e ajudou no fechamento positivo das bolsas.
Além do recuo de 0,5% no PIB (Produto Interno Bruto) do Reino Unido, os sinais de recessão se estenderam nos Estados Unidos. O volume de pedidos de ordens e entregas de bens duráveis (Durable Good Orders) despencou o dobro do esperado em outubro e a taxa de gastos com consumo no país marcou sua maior queda desde 2001.
Com o clima de instabilidade nos mercados, o preço dos Treasuries fechou com avanço, e os títulos da dívida externa brasileira acompanharam esse movimento. Como a apreciação dos papéis do Tesouro norte-americano foi mais expressiva, o risco-Brasil apresentou avanço.
Risco-Brasil avança
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan fechou a 492 pontos-base, avanço de 5 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, terminou em alta de 0,69% nesta quarta-feira, cotado a 116,50 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 116,50 | 115,70 | +0,69 |