O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (28), CDBs com taxas prefixadas de até 13,890% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,200% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 105% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,150% para vencimento em mais de 12 meses, enquanto as atreladas à inflação estão pagando até IPCA+6,570% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 86,5% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs pós-fixadas pagam até 95% do CDI em mais de 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
Saiba mais e invista
CDB BANCO C6
Taxa: 101,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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LCI ORIGINAL
Taxa: 90% do CDI
Vencimento: janeiro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (28)
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Cenário Renda Fixa da XP
Os juros futuros recuaram pela quinta sessão consecutiva nesta terça-feira (27), sustentados pela forte entrada de recursos estrangeiros em ativos brasileiros, apesar de o IPCA-15 de janeiro ter mostrado que a inflação de serviços segue pressionada. O movimento ocorreu em um dia de novo recorde do Ibovespa e de queda firme do dólar, fatores que favoreceram a redução de prêmios na curva de juros.
No fechamento, a taxa do DI para janeiro de 2028 caiu para 12,875%, baixa de 10 pontos-base em relação ao ajuste anterior. Já o DI para janeiro de 2035 recuou 18 pontos-base, para 13,36%, desempenho que evidenciou um alívio mais intenso na ponta longa da curva. No acumulado de cinco sessões, as quedas somam 32 pontos-base no DI 2028 e 44 pontos-base no DI 2035.
O movimento começou logo após a divulgação do IPCA-15, que subiu 0,20% em janeiro, desacelerando frente a dezembro (0,25%), enquanto a inflação em 12 meses avançou para 4,50%, ante 4,41%. Embora os números tenham vindo em linha com as expectativas do mercado, a abertura do indicador mostrou sinais menos favoráveis, especialmente nos serviços.
Segundo cálculos do banco Bmg, a inflação de serviços desacelerou de 0,70% para 0,15%, movimento influenciado pela queda das passagens aéreas. Por outro lado, os serviços subjacentes aceleraram de 0,52% para 0,53%, os serviços intensivos em mão de obra passaram de 0,65% para 0,74%, e a média dos núcleos de inflação subiu de 0,33% para 0,42%, mantendo o sinal de pressão estrutural.
Apesar desse quadro, a queda das taxas se intensificou ao longo do dia, acompanhando a valorização da bolsa — que superou os 183 mil pontos — e a queda do dólar para perto de R$ 5,20. Profissionais ouvidos pela Reuters voltaram a destacar a atuação de investidores estrangeiros, que compram ações e, como contrapartida, vendem taxa no mercado de DIs, movimento mais concentrado nos vencimentos longos.
Analistas avaliam que o IPCA-15 não altera a expectativa para a reunião desta semana do Copom, que deve manter a Selic em 15%. Para março, porém, o cenário segue dividido. Na B3, as opções de Copom indicavam 36,50% de probabilidade de corte de 25 pontos-base, 34,25% de chance de redução de 50 pontos-base e 23,00% de possibilidade de manutenção, mesmo com os Treasuries longos em alta no exterior, à espera da decisão do Federal Reserve.
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