Dow Jones Futuro sobe após Trump recuar nas ameaças de tarifas à Europa

Trump descartou o uso da força militar e afirmou que se absteria de impor tarifas à Europa

Felipe Moreira

Wall Street (Fotógrafo: Cedric von Niederhausern/Bloomberg)
Wall Street (Fotógrafo: Cedric von Niederhausern/Bloomberg)

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Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta quinta-feira (22), ampliando os fortes ganhos da véspera, após o presidente dos EUA, Donald Trump, abandonar sua ameaça de impor tarifas à Europa e sinalizar um possível acordo sobre a Groenlândia.

O apetite por risco retornou depois que Trump descartou o uso da força militar e afirmou que se absteria de impor tarifas à Europa, citando um acordo sobre a Groenlândia. Os investidores interpretaram as declarações no Fórum Econômico Mundial em Davos como um sinal de alívio das tensões geopolíticas e comerciais.

Estados Unidos

Intel, Procter & Gamble e GE Aerospace divulgarão seus resultados nesta quinta. Os dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego, inflação PCE e PIB também serão divulgados hoje.

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Veja o desempenho dos mercados futuros:

Ásia-Pacífico

Os mercados da região Ásia-Pacífico se recuperaram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, recuou em suas ameaças de impor tarifas aos países europeus por causa da Groenlândia.

O Japão divulgou seus dados comerciais de dezembro, com um crescimento das exportações de 5,1%, abaixo das expectativas da Reuters.

Europa

Os mercados europeus operam em alta, depois que Trump afirmou que ele e o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, estabeleceram uma “estrutura” para um futuro acordo relacionado à Groenlândia.

Commodities

Os preços do petróleo operam em baixa, apesar do arrefecimento das tensões geopolíticas sobre a Groenlândia. O presidente dos EUA recuou das ameaças de impor tarifas em sua tentativa de tomar o território dinamarquês.

As cotações do minério de ferro na China fecharam perto da estabilidade, com os investidores avaliando os robustos embarques das mineradoras australianas em contraste com o apoio da política monetária chinesa.

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Bitcoin

(Com Reuters e Bloomberg)

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