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Os pagamentos do auxílio do Bolsa Família 2026 começam nesta segunda-feira (19) para os beneficiários com o NIS com final 1 e seguem até o dia 30, quando recebem as famílias com NIS final 0, conforme calendário oficial do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS).
O pagamento do Bolsa Família é depositado em uma conta na Caixa Econômica Federal e pode ser movimentado pelo beneficiário no aplicativo da Caixa, o “Caixa Tem”.
Veja o calendário de pagamentos de janeiro:
- 19 de janeiro – NIS final 1
- 20 de janeiro – NIS final 2
- 21 de janeiro – NIS final 3
- 22 de janeiro – NIS final 4
- 23 de janeiro – NIS final 5
- 26 de janeiro – NIS final 6
- 27 de janeiro – NIS final 7
- 28 de janeiro – NIS final 8
- 29 de janeiro – NIS final 9
- 30 de janeiro – NIS final 0
Em 2026, a previsão de pagamentos é:
- Janeiro: de 19/01 a 30/01;
- Fevereiro: de 12/02 a 27/02;
- Março: de 18/03 a 31/03;
- Abril: de 16/04 a 30/04;
- Maio: de 18/05 a 29/05;
- Junho: de 17/06 a 30/06;
- Julho: de 20/07 a 31/07;
- Agosto: de 18/08 a 31/08;
- Setembro: de 17/09 a 30/09;
- Outubro: de 19/10 a 30/10;
- Novembro: de 16/11 a 30/11;
- Dezembro: de 10/12 a 23/12.
Quem tem direito ao Bolsa Família em 2026?
A principal regra para ter direito ao benefício é cada membro da família ter renda de, no máximo, R$ 218 por mês. Se, por exemplo, uma única pessoa trabalha e ganha o salário mínimo atual (R$ 1.621) para sustentar sete pessoas, isso representa uma renda individual de R$ 216,86, o que torna a família elegível ao recebimento.
Outros critérios de elegibilidade do Bolsa Família estão relacionados à educação, vacinação e vigilância nutricional dos menores e à saúde gestacional.
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Como pedir o Bolsa Família em 2026
O processo de solicitação do Bolsa Família está atrelado ao CadÚnico.
1. Fazer o cadastro no CadÚnico
O primeiro passo é fazer o cadastro dos familiares no CadÚnico. Para isso, o responsável familiar precisa ir em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município, portando documento de identificação com foto, CPF e comprovante de residência, além do CPF de todas as pessoas da família.
Para agilizar o processo, é possível fazer o pré-cadastro no site gov.br ou no Aplicativo Cadastro Único.
2. Fazer a entrevista no cadastramento
Além do cadastro, o beneficiário passa por uma entrevista no CRAS, feita por um assistente social da prefeitura.
O objetivo da conversa é entender o contexto do solicitante – características do domicílio, grau de escolaridade das pessoas, histórico de trabalho, despesas mensais, se já recebe algum outro benefício, e assim por diante. Se achar necessário, o profissional poderá ir até a residência da família para checar as informações.
Feita a entrevista, o responsável familiar assina o formulário com os seus dados e respostas e recebe um comprovante de cadastramento.
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3. Consultar a situação cadastral
Concluído o cadastro no CRAS, começa o processo de análise das informações fornecidas por parte do governo. O prazo de resposta costuma ficar entre 30 e 45 dias, variando de acordo com a complexidade das informações e volume de análises cadastrais de cada localidade.
Para saber se o cadastro no CadÚnico foi aprovado, o solicitante tem três alternativas:
- consultar o site oficial do CadÚnico;
- consultar o aplicativo Cadastro Único, disponível nas lojas de aplicativos Apple Store e Play Store;
- ligar para o Disque Social, do Ministério da Cidadania, no 0800 707 2003
Se houver alguma pendência, será preciso regularizá-la para receber o benefício.
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