Publicidade
Preservação ambiental, impacto positivo nas comunidades locais e infraestrutura pensada para o futuro entraram de vez no radar do turismo sustentável. Para muitas pessoas, viajar tem cada vez menos a ver com “checklists” e mais com escolhas conscientes.
A lista que você verá a seguir foi elaborada pelo InfoMoney com base em indicações da BBC Travel, relatórios de turismo com foco em sustentabilidade e boas práticas já consolidadas no Brasil. Os destinos não seguem uma ordem de classificação e representam diferentes caminhos para quem busca viajar de forma mais consciente.
📌 O que define o turismo sustentável em 2026:
Não perca a oportunidade!
| Critério | Na prática |
|---|---|
| 🌱 Preservação ambiental | Áreas naturais protegidas, controle do número de visitantes e regras claras para reduzir impactos no ecossistema. |
| 🤝 Impacto positivo nas comunidades locais | Geração de renda, valorização da cultura regional e participação ativa de moradores no turismo. |
| 🚍 Infraestrutura pensada para o futuro | Transporte público eficiente, incentivo a veículos elétricos e soluções para reduzir emissões. |
| ♿ Inclusão e acessibilidade | Praias, trilhas, museus e hospedagens adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. |
| 🏨 Hospedagem e serviços responsáveis | Hotéis e operadoras que investem em energia limpa, tratamento de resíduos e uso consciente da água. |
Esses critérios orientaram a curadoria do InfoMoney, que reuniu destinos internacionais e brasileiros alinhados às principais tendências do turismo sustentável para 2026.
Abu Dhabi: cultura global com infraestrutura mais limpa
A capital dos Emirados Árabes Unidos aparece na lista da BBC pelo investimento em transporte elétrico, arquitetura eficiente e novos espaços culturais integrados ao território.
O Distrito Cultural de Saadiyat reúne museus e centros de arte que dialogam com a paisagem local, enquanto projetos urbanos buscam reduzir emissões e ampliar áreas verdes.
Continua depois da publicidade

Costa do Oregon: natureza acessível sem carro
Com quase 600 km de litoral preservado, a costa do Oregon se destaca por incentivar o turismo de baixo impacto. Sistemas de ferry, rotas integradas e pontos de recarga para veículos elétricos reduzem a dependência do carro.
A região também investe em inclusão, com praias adaptadas e infraestrutura acessível.
Bonito: regra clara para preservar
Bonito está sempre presente nas listas de turismo sustentável do Brasil. O número de visitantes é limitado, passeios exigem guia credenciado e a preservação dos rios é prioridade.
O resultado é um destino que cresce com responsabilidade ambiental, sem comprometer seus recursos naturais.
Lençóis Maranhenses: beleza protegida por lei
O parque nacional reúne dunas, lagoas e comunidades tradicionais em um sistema de visitação controlada. Guias locais, rotas autorizadas e regras ambientais ajudam a preservar um dos ecossistemas mais singulares do Brasil.
Costa Rica: biodiversidade como política pública
Referência mundial em ecoturismo, a Costa Rica concentra parques nacionais, reservas marinhas e iniciativas comunitárias que equilibram conservação e geração de renda.
Continua depois da publicidade
Regiões como a Península de Osa mostram como floresta, manguezais e turismo podem coexistir, com controle rigoroso de visitantes e incentivo à hospedagem sustentável.

Serra da Canastra: turismo que fortalece o interior
Além das paisagens naturais, a Canastra se destaca por valorizar produtores locais, trilhas monitoradas e iniciativas de conservação da nascente do Rio São Francisco. Um exemplo de turismo sustentável fora dos roteiros óbvios.
Guimarães: cidade histórica com agenda verde
Eleita Capital Verde Europeia, Guimarães alia patrimônio histórico a políticas ambientais.
Continua depois da publicidade
Em Portugal, o centro medieval preservado convive com projetos de mobilidade urbana, reuso de espaços industriais e incentivo à vida cultural local. Trata-se de um exemplo de como cidades antigas podem se reinventar sem perder identidade.
Ilhas Hébridas: turismo controlado para proteger o passado
No litoral da Escócia, o arquipélago das Hébridas aposta no controle de acesso a sítios arqueológicos e áreas naturais sensíveis.
Centros de visitantes, trilhas delimitadas e gestão pública ajudam a preservar paisagens e monumentos com milhares de anos. Dessa forma, o local consegue evitar o desgaste causado pelo turismo de massa.
Continua depois da publicidade
Fernando de Noronha: limites como estratégia
Noronha cobra taxa ambiental, restringe o número de visitantes e investe em conservação marinha. O arquipélago mostra que impor limites pode ser a melhor forma de garantir a experiência e a sobrevivência do destino.