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SÃO PAULO – Em sessão de perdas à renda variável internacional diante da pressão exercida pela forte retração verificada no preço das commodities, o risco-Brasil terminou com forte avanço de 8 pontos. Paralelamente, a agenda dos EUA trouxe números modestos, mas sem grandes efeitos sobre o ânimo dos investidores.
Já no mercado de commodities, diante da redução nas tensões sobre o impacto do furacão Gustav na produção de petróleo do Golfo do México, a retomada de plataformas da região se refletiu em uma expressiva desvalorização de mais de 4% do petróleo em Nova York, chegando a ser negociada abaixo de US$ 110 ao longo do intraday. Os metais básicos também caíram forte.
Devido à maior segurança oferecida pela renda fixa, geralmente, a procura pelos Globais e Treasuries é elevada com a incerteza em relação às ações. Vale ressaltar que a relação das variações da nota de dívida externa brasileira com o movimento dos Treasuries determina o indicador de risco-Brasil.
Risco-Brasil sobe forte
O indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 248 pontos-base, alta de 8 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,34% na noite desta terça-feira, cotado a 133,55 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 133,55 | 133,10 | +0,34 |