Dinamarca e Groenlândia pedem reunião com EUA após novas ameaças de Trump sobre ilha

Países buscam diálogo com secretário Marco Rubio após Washington reafirmar intenção de assumir controle do território dinamarquês

O Ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lökke Rasmussen, fala à imprensa após uma reunião do Comitê de Política Externa sobre a relação da Dinamarca com os EUA, em Copenhague, Dinamarca, em 6 de janeiro de 2026. Ritzau Scanpix/Emil Nicolai Helms via REUTERS
O Ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lökke Rasmussen, fala à imprensa após uma reunião do Comitê de Política Externa sobre a relação da Dinamarca com os EUA, em Copenhague, Dinamarca, em 6 de janeiro de 2026. Ritzau Scanpix/Emil Nicolai Helms via REUTERS

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A Dinamarca e a Groenlândia estão buscando uma reunião com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, após a administração do presidente americano, Donald Trump, reafirmar sua intenção de assumir o controle da estratégica ilha ártica, um território dinamarquês.

O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, e sua contraparte groenlandesa, Vivian Motzfeldt, solicitaram a reunião com Rubio “em um futuro próximo”, de acordo com um comunicado postado na terça-feira no site do governo da Groenlândia. Pedidos anteriores para uma reunião não foram bem-sucedidos, disse o comunicado.

As tensões entre as partes aumentaram depois que a Casa Branca afirmou que “o exército dos EUA é sempre uma opção”, mesmo quando uma série de líderes europeus rejeitou os renovados apelos de Trump para que os EUA assumissem o controle da Groenlândia, citando razões estratégicas.

A primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen alertou no início desta semana que uma tomada de controle pelos EUA significaria o fim da aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Os líderes da França, Alemanha, Itália, Polônia, Espanha e Reino Unido se juntaram a ela em uma declaração na terça-feira reafirmando que a ilha rica em minerais “pertence ao seu povo”. O texto defendeu a soberania da Groenlândia, que é um território autônomo da Dinamarca e, portanto, parte da Otan. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.