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SÃO PAULO – O dólar comercial apresenta leve queda após ter passado toda a manhã no campo positivo.
Entre o negativismo no mercado interno, que passa por realização após emendar três recordes seguidos, e o clima mais ameno em âmbito internacional, a moeda norte-americana não define tendência na segunda metade da jornada.
Além disso, a nova disparada nos preços internacionais de commodities ajuda a alimentar a perspectiva de alta do real. Do lado oposto, aumentam especulações de que o governo brasileiro possa implementar medidas que afetem o câmbio, na tentativa de valorizar o real.
Cenário externo
Os investidores em Wall Street ganharam injeção de ânimo após a notícia sobre a financiadora norte-americana de hipotecas Fannie Mae, que anunciou nesta terça-feira (6) um prejuízo bilhonário no primeiro trimestre e ajudou a alimentar o pessimismo observado pela manhã.
O Ofheo (Escritório Federal de Supervisão do Mercado Imobiliário, na sigla em inglês), que supervisiona a Fannie Mae e a Freddie Mac, reduziu as regras sobre as reservas de capital que as duas empresas precisam fazer, o que possibilita uma maior liberdade para que estas companhias adquiram títulos de hipoteca, como forma de ajudar a estabilizar o mercado imobiliário.
Acompanhe as cotações
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,6560 na compra e R$ 1,6580 na venda, leve baixa de 0,06% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 1,8300 na venda, representando um ágio de 10,51% em relação ao dólar comercial.
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Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em junho está sendo cotado a R$ 1.667,
leve baixa de 0,06% em relação ao fechamento
de R$ 1.668
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, opera
em baixa de 0,36%,
atingindo R$ 1.678 frente
a R$ 1.684 do fechamento de segunda-feira.