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Dólar hoje sobe a R$ 5,41, mas fecha com queda de 0,40% na semana

Na véspera, o dólar à vista fechou em queda de 1,08%, aos R$5,4086 na venda

Felipe Moreira Agências de notícias

A imagem mostra uma nota de um dólar; crédito: banco de imagens livres.
A imagem mostra uma nota de um dólar; crédito: banco de imagens livres.

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O dólar encerrou a sexta-feira praticamente estável ante o real, em um ambiente de maior calmaria política no Brasil e sem gatilhos firmes para as cotações, enquanto no exterior a moeda norte-americana exibia ganhos ante uma cesta de moedas fortes.

Qual a cotação do dólar hoje?

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O dólar à vista fechou o dia em leve alta de 0,08%, aos R$ 5,4129. Na semana, a moeda acumulou baixa de 0,40% e, no ano, recuo de 12,40%.

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Às 17h03, o contrato de dólar futuro para janeiro — atualmente o mais líquido no Brasil — estava estável na B3, aos R$5,4320.

Dólar comercial

O que aconteceu com dólar hoje?

Em uma sessão de agenda relativamente esvaziada no Brasil e no exterior, os investidores seguem operando tendo como referência as últimas decisões sobre juros, enquanto monitoram discursos do Fed.

Na quarta-feira, o Federal Reserve reduziu a taxa norte-americana de referência em 25 pontos-base, para a faixa de 3,50% a 3,75%, mas passou indicações de que pode interromper o processo de cortes no fim de janeiro. Nesta manhã, o mercado precificava 77,9% de probabilidade de manutenção da taxa no próximo mês, contra 22,1% de chance de corte de 25 pontos-base, conforme a Ferramenta CME FedWatch.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a Selic em 15% na quarta-feira, sem indicar claramente se começará a cortar a taxa básica em janeiro ou em março. Com isso, os agentes seguem divididos sobre o curto prazo da política monetária brasileira.

Neste cenário, às 10h17 o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes — subia 0,10%, a 98,430.

No Brasil, porém, a moeda norte-americana se mantinha acomodada, oscilando em margens bastante estreitas.

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O diferencial de juros entre Brasil e EUA tem sido apontado como um fator de atração de recursos para o país, o que mantém as cotações em níveis mais baixos.

Mais cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o setor de serviços cresceu 0,3% no volume em outubro ante setembro, desacelerando em relação à alta anterior de 0,7%. Apesar da desaceleração, o resultado ficou ligeiramente acima da expectativa em pesquisa da Reuters, de elevação de 0,2% em outubro.

(Com Reuters)

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