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SÃO PAULO – Em meio a instabilidade externa provocada pela forte alta do petróleo e pelos dados positivos sobre a economia norte-americana, o risco-Brasil segue com forte alta de 9 pontos nesta segunda-feira (30). Em Wall Street, a indefinição também pode ser explicada pelo fraco desempenho do setor financeiro.
Influenciados pelo novo recorde registrado pelo barril do petróleo, os papéis do setor automobilístico sofrem forte desvalorização. As principais penalizadas são Ford (-4,66%) e General Motors (-3,38%), que terão seus resultados divulgados na próxima sessão, e a expectativa aponta para grandes perdas.
Por outro lado, os indicadores da região trouxeram referências positivas. O Chicago PMI, indicador que mede o nível de atividade industrial nos EUA, marcou em junho um patamar maior do que o esperado pelos analistas, embora ainda denote um setor em retração.
Risco-Brasil tem forte alta
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 229 pontos-base, alta de 9 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em alta de 0,30% na tarde desta segunda-feira, cotado a 134,35 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
| Global 40 | 134,35 | 133,95 | +0,30 |