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SÃO PAULO – A primeira sessão do ano foi marcada por um clima de cautela e insegurança nos mercados. Nesta quarta-feira (2), o risco-país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, encerrou com forte alta de 15 pontos em relação ao fechamento anterior.
O Federal Open Market Committee, comitê de mercado aberto do Banco Central dos EUA, divulgou a minuta de sua última reunião
realizada em 11 de dezembro, quando reduziu o juro básico norte-americano em 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano. O que contribuiu para que os investidores buscassem aplicações de maior segurança.
A agenda econômica foi repleta de divulgações de peso. O ISM Index, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no EUA, apresentou dados abaixo do esperado pelos analistas. Contribuindo para o clima de insegurança.
Em contrapartida o Construction Spending, que mede os gastos públicos e privados, referente a construção de imóveis, superou as expectativas do mercado. Porém não foi o suficiente para amenizar as tensões.
Global em leve alta
No mesmo sentido do intenso movimento de valorização verificado no preço dos Treasuries, o principal título da dívida externa brasileira fechou em leve alta de 0,15%, cotado a 134,10 centavos de dólar.
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O indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 227 pontos base, forte alta de 15 pontos em relação ao fechamento anterior.
Confira abaixo as cotações dos principais ativos da dívida externa brasileira:
| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
| Global 40 | 134,10 | 133,65 | +0,15 |