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SÃO PAULO – Diante do bom humor predominante nos mercados externos na sessão desta terça-feira (12), o dólar comercial encerrou em queda, fortemente pressionado pelo noticiário corporativo.
Com o intuito de amenizar a deterioração das condições de liquidez, Citigroup, Bank of America, Countrywide e mais três instituições financeiras também dos EUA anunciaram o plano Project Lifeline, a fim de ajudar os mutuários com risco de execução de hipotecas.
Outra notícia que foi bem recebida pelo mercado foi a declaração do presidente da Berkshire Hathaway, Warren Buffett, anunciando oferta a grandes seguradoras norte-americanas para absorver cerca de US$ 800 bilhões das obrigações financeiras das instituições.
Cenário doméstico
O Ibovespa, principal índice de ações brasileiro subiu cerca de 2,3%, elevando o bom humor interno e influenciando a cotação da moeda brasileira.
E como de costume, o Banco Central comprou dólares no mercado à vista em leilão nesta terça-feira, com taxa de corte em R$ 1,7487.
Confira as cotações
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,7490 na compra e R$ 1,7510
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na venda, baixa de 0,40% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,0000, representando um ágio de 14,35%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 0,57% em fevereiro, frente
à baixa de 0,66% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 1,41%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em março
encerrou o dia cotado a R$ 1.756,
baixa de 0,45% em relação ao fechamento
de R$ 1.764
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em abril, por sua vez, fechou em forte baixa de 0,84%,
atingindo R$ 1.765 frente
à R$ 1.780 do fechamento de
segunda-feira.