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SÃO PAULO – O dólar comercial passou por bastante instabilidade na sessão desta segunda-feira (3). Após iniciar em ligeira alta, a moeda operou pelo maior parte do dia no campo negativo, mas, próximo ao encerramento, ajustes feitos por investidores em decorrência da queda das sessões anteriores impulsionaram a cotação, que encerrou em alta de 0,11%, a R$ 1,794.
A agenda externa reservou apenas o ISM Index, que apresentou recuo em relação a outubro, mas veio acima do esperado em novembro. Investidores aguardam a publicação do Relatório do Emprego dos EUA na próxima sexta-feira.
Cenário interno
No âmbito doméstico, foram divulgados os dados inflacionários do IPC-S, que registrou forte aceleração na passagem semanal, enquanto a balança comercial registrou um saldo de US$ 1,56 bilhão em novembro.
O BC voltou a realizar compra de dólares à vista, via leilão. Fixando a taxa de corte em R$ 1,7915, fontes do mercado dizem que ao menos uma proposta foi aceita.
Confira as cotações
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,7920 na compra e R$ 1,7940
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na venda, leve alta de 0,11% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,0300, representando um ágio de 13,28%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 0,11% em dezembro, frente
à alta de 3,29% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 16,05%.
Dólar futuro na BM&F
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em janeiro
encerrou o dia cotado a R$ 1.794,
leve baixa de 0,06% em relação ao fechamento
de R$ 1.795
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em fevereiro, por sua vez, fechou em forte alta de 0,76%,
atingindo R$ 1.796 frente
à R$ 1.783 do fechamento de
sexta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 1,794.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 6,90% para fevereiro de 2008, alta de 0,70 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.