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SÃO PAULO – O dólar comercial apresentou por toda a sexta-feira (7) um movimento declinante, em uma sessão tranqüila e com os investidores avaliando predominantemente a agenda norte-americana. No encerramento, a moeda atingiu desvalorização de 0,73%, cotada a R$ 1,7610.
A pauta interna foi escassa de indicadores. Houve nova compra de dólares à vista pelo Banco Central, na qual a taxa de corte foi fixada em R$ 1,758. Segundo fontes de mercado, ao menos três propostas aceitas foram aceitas.
Cenário externo
Contrariamente, nos EUA diversas publicações foram decisivas para a oscilação da divisa no dia. A confiança do consumidor norte-americano apontou 74,5 pontos, resultado que veio abaixo das expectativas do mercado.
Já o Relatório de Emprego registrou a criação de 94 mil novas vagas de trabalho nos EUA em novembro, surpreendendo o mercado. A notícia mostra alguma força da economia norte-americana e pode arrefecer tensões em torno de uma recessão no país.
Confira as cotações
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,7590 na compra e R$ 1,7610
na venda, baixa de 0,73% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
1,9700, representando um ágio de 12,00%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,73% em dezembro, frente
à alta de 3,29% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 17,59%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em janeiro
encerrou o dia cotado a R$ 1.762,
forte baixa de 0,82% em relação ao fechamento
de R$ 1.777
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da última quinta-feira. O contrato com vencimento em fevereiro, por sua vez, fechou em baixa de 0,67%,
atingindo R$ 1.772 frente
à R$ 1.784 do fechamento de
quinta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 1,750.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 6,65% para fevereiro de 2008, queda de 0,13 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.