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A taxa de juros brasileira está restritiva demais, disse nesta terça-feira o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acrescentando que Banco Central do Brasil é hoje o mais duro do mundo.
Em entrevista à GloboNews, Haddad afirmou que a inflação já está próxima da banda superior da meta — 4,5% — , e ainda assim o juro real está em cerca de 10%.

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O ministro afirmou que opinar sobre o BC não é um desrespeito à institucionalidade e ponderou que é difícil julgar a gestão do presidente Gabriel Galípolo à frente da autarquia à luz do que foi herdado da gestão anterior. Haddad disse, sem detalhar, que Galípolo herdou problemas “sobretudo regulatórios”.