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Ibovespa mantém dinâmica de correção de outubro e fecha em queda de 0,28%

A bolsa paulista manteve nesta sessão a dinâmica de correção que tem marcado outubro

Reuters

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A imagem mostra um gráfico de ações, com destaque para os candles; crédito: divulgação.
A imagem mostra um gráfico de ações, com destaque para os candles; crédito: divulgação.

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SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa fechou com um declínio discreto nesta quinta-feira, com BTG Pactual (BPAC11), Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3, PETR4) entre as maiores pressões negativas, enquanto WEG (WEGE3) foi um dos contrapesos após comprar o controle de empresa de recarga de carros elétricos.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,28%, a 142.200,02 pontos, após marcar 141.445,76 na mínima e 143.190,59 na máxima. O volume financeiro somou R$20,9 bilhões em pregão na véspera de vencimento de opções sobre ações na B3.

A bolsa paulista manteve nesta sessão a dinâmica de correção que tem marcado outubro, após o Ibovespa acumular até o final de setembro uma valorização de cerca de 22% em 2025. Em outubro, o índice contabiliza uma perda de 2,76%.

De acordo com o diretor de investimentos da Reach Capital, Ricardo Campos, há também uma percepção de piora do cenário fiscal e preocupações com políticas populistas no Brasil, que têm corroborado o ajuste, diante da ausência de novos catalisadores para as ações brasileiras.

Em paralelo, acrescentou, no exterior, as relações comerciais entre Estados Unidos e China voltaram a trazer apreensão, com nova troca de ameaças, enquanto o “shutdown” norte-americano tem dificultado a análise sobre aquela economia, uma vez que vários dados estão com divulgação suspensa.

Nesta quinta-feira, Wall Street abriu com viés positivo, embalado pela temporada de balanços, mas o sinal virou em meio a preocupações com sinais de fraquezas de bancos regionais. O S&P 500 encerrou o dia com queda de 0,63%, o que corroborou o fechamento negativo na bolsa paulista.

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