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O presidente dos EUA, Donald Trump, discursou nesta segunda-feira (13) durante quase uma hora em cerimônia no Parlamento de Israel (Knesset), em Jerusalém, horas após o grupo terrorista libertar 20 reféns israelenses mantidos em cativeiro em Gaza. Ele apontou que “é um amanhecer histórico para um novo Oriente Médio”.
“Não é apenas o fim de uma guerra, é o fim de uma era de terror e morte. O início de uma era de fé e esperança”, afirma Trump.
O presidente dos EUA Trump ainda agradeceu o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. “Quero expressar a minha gratidão para o homem de muita coragem que fez muito para tornar esse momento possível”.
Trump também agradeceu às nações árabes que ajudaram nas negociações.
É um “triunfo incrível” que eles tenham trabalhado juntos, diz ele.
Trump ainda comentou que Israel venceu tudo o que pode ser conquistado pela força das armas e agradeceu ao enviado especial dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff.
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Agora “será a era de ouro de Israel”, acrescentou Trump, bem como a “era de ouro” para toda a região.
“Nós resolvemos oito guerras em oito meses. Essa foi rápida, ontem eu dizia sete, agora eu digo oito guerras, porque os reféns estão de volta”, diz Trump.
Pesadelo acabou
Durante a sua fala, Trump ainda relembrou o 7 de outubro de 2023, quando o Hamas invadiu Israel e matou cerca de 1.200 pessoas, descrevendo o ataque como “uma das profanações mais perversas” contra os judeus desde o Holocausto.
Ele renovou o apoio dos EUA a Israel, afirmando: “Por favor, saibam que a América se junta a vocês nesses dois votos eternos: nunca esquecer e nunca mais.”
Trump diz que o “longo e doloroso pesadelo” acabou para o povo israelense e para os palestinos.
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“Em todo o Oriente Médio, as forças do caos, do terror e da ruína que assolam a região há décadas estão agora enfraquecidas, isoladas e totalmente derrotadas.” “Por nossa causa, todos os inimigos da civilização estão recuando.”
Trump foi brevemente importunado por um membro de esquerda do Knesset, que foi prontamente retirado.
Agradecimento ao genro e críticas a governos anteriores
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Trump ainda agradeceu seu genro Jared Kushner, casado com Ivanka Trump. Kushner é um dos conselheiros de Trump e é citado como um dos criadores da ideia de transformar Gaza em um “resort de luxo”, tema que Trump chegou a defender no início do ano.
“Ele ama tanto Israel que a minha filha se converteu ao judaísmo”, disse o presidente dos EUA.
Ao falar de Gaza, o presidente dos EUA afirmou que pretende ser um parceiro no esforço de reconstruir a região, e enfatizou que o enclave será imediatamente desmilitarizado e o Hamas, desarmado.
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De acordo com Trump, os EUA dispõem das melhoras armas do mundo “e demos muitas delas a Israel”.
O republicano enfatizou que vai resolver também a guerra entre a Rússia e Ucrânia e que sua administração está ajudando o governo libanês a desarmar o Hezbollah. “Minha personalidade é toda voltada para acabar com guerras; parece funcionar,” pontuou.
Trump ainda criticou governos americanos anteriores. “Isso que estamos fazendo agora poderia ter acontecido faz muito tempo, mas estávamos estrangulados pelos governos de Barack Obama e Joe Biden. Havia ódio contra Israel”.
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Encerrando discurso entre aplausos, Trump afirmou: “eu amo Israel, estou com vocês até o fim. Vocês serão melhores, maiores, mais fortes, e mais amados do que nunca”.
