Valor do aluguel apresenta queda de 0,51% em SP

O índice medido mensalmente pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios, havia registrado queda de 1,15% em junho

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SÃO PAULO – O valor médio dos aluguéis em São Paulo caiu 0,51% em julho deste ano, em comparação com o mês anterior. A constatação é do Índice Periódico de Valores Médios dos Aluguéis Residenciais (Ipevemar), divulgado nesta quinta-feira (30).

O índice – medido mensalmente pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (AABIC), já havia registrado queda de 1,15% em junho, em relação a maio.

No ano, o índice acumula alta de 4,49% contra 1,75% do IGP-M. Já nos últimos 12 meses, o Ipevemar apresenta alta de 14,48%, contra apenas 4% do IGP-M, o que, segundo a diretora de locação da AABIC, Ana Paula Pelegrino, mostra que, apesar das baixas mensais, comprar imóveis para alugar continua sendo um bom negócio.

Demanda

Dados do Ipevemar revelam que os imóveis que tiveram maior alta nos aluguéis em julho foram os apartamentos de 4 dormitórios (8,08%), seguidos dos de 3 dormitórios (6,6%). Já as casas de 2 dormitórios tiveram valorização de 5,49%.

De acordo com a diretora, a demanda por imóveis para locação continua crescendo nas imobiliárias, principalmente para quitinetes e imóveis com 1 e 2 dormitórios.

Os bairros que apresentam maior variação no valor do aluguel são os de uso estritamente residencial ou onde predominam as residências. Entre os setores de médio padrão, as maiores altas foram registradas nos bairros Bela Vista, Jabaquara e Tatuapé, entre outros.

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Já nos setores médio baixo, as maiores altas aconteceram na Liberdade, Santa Efigênia, Bom Retiro, entre outros.

Pagamento

De acordo com o Índice Periódico de Mora e Inadimplência, medido pela AABIC, houve queda na falta de pagamento. O mês de junho fechou com uma média de 8,50% de mora (valores emitidos com vencimento no mês e não pagos dentro do próprio mês), valor inferior aos 9,3% registrados em maio.

Essa é a segunda maior baixa do ano, perdendo apenas para o mês de abril, quando a redução foi de 46,31%. Em comparação a junho do ano passado, a queda foi de 17,87%.

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