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SÃO PAULO – Nesta quinta-feira, o Banco Central da China informou que irá elevar o depósito compulsório para enxugar a liquidez excessiva do país e evitar que a economia chinesa enfrente um superaquecimento.
O Banco da China informou que o país ainda enfrenta o risco de inflação. Sobre a política cambial, o Banco Central afirmou que manterá o iuan estável, em um nível razoável, a despeito da crescente pressão por uma apreciação mais acelerada da moeda.
A instituição acrescentou ainda que, mais do que uma política cambial mais ativa, um aumento do consumo deverá ser a chave para que o grande superávit do balanço de pagamentos da China recue.
A China acumula reservas internacionais de cerca de US$ 1,02 trilhão, compostas principalmente por bônus emitidos pelos Estados Unidos. A intenção de administrar as reservas mais ativamente já foi anunciada, mas mesmo se diversificar os investimentos, a China não deve vender grande parte dos seus ativos em dólar.
China: mercado esticado desperta receio
Em relatório divulgado nesta quinta-feira, o banco Goldman Sachs alertou sobre a possibilidade de o mercado chinês de renda variável passar por uma correção mais forte. Para o banco, a euforia no mercado de ações pode levar os ativos a uma faixa perigosa, reduzindo as chances de o mercado passar por uma realização suave.